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Londrinos querem aumento de salário para retorno ao escritório

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Profissionais de Londres querem reajuste de salário para retornar às mesas em tempo integral após a pandemia, segundo uma pesquisa.

Como as restrições da Covid-19 deixaram muitos escritórios vazios, os chamados funcionários de colarinho branco passaram 16 meses trabalhando principalmente de casa. Apenas 17% agora dizem que desejam um retorno em tempo integral ao escritório, de acordo com pesquisa encomendada pela empresa de análise Locatee.

No entanto, um salário mais alto atrairia 43% dos funcionários de volta ao escritório. Em Londres, esse aumento equivale a uma média de 5.100 libras por ano (US$ 6.950), praticamente o mesmo que o custo anual de trem entre Londres e a cidade de Tunbridge Wells, em Kent. O salário médio no Reino Unido é de 4.000 libras.

A pesquisa destacou as dificuldades em atingir um “novo normal” pós-pandemia nas empresas. O fim das restrições relacionadas ao coronavírus nesta semana, em meio ao aumento de casos em Londres e no Reino Unido, ainda não estimulou um retorno em larga escala.

O aumento dos salários e dos preços reforça preocupações do Banco da Inglaterra sobre quando reduzir o estímulo injetado desde o início de 2020 para aliviar a pandemia. Se os trabalhadores de Londres obtivessem o reajuste que desejam para retornar em tempo integral, seria o equivalente a um aumento de 15% no salário médio na cidade.

Muitas empresas querem os funcionários de volta e já planejam um futuro híbrido que inclua o trabalho remoto.

“As empresas correm risco de perder talentos se não oferecerem alguma flexibilidade”, de acordo com Thomas Kessler, CEO e fundador da Locatee. Os funcionários, por outro lado, “ainda querem se sentir parte de uma unidade maior, cercados (às vezes fisicamente) por colegas e apoiados pela empresa.”

A pesquisa, que foi realizada para a Locatee pelo YouGov, também revelou que quase um terço das pessoas em busca de novos empregos agora espera trabalhar em casa pelo menos dois dias por semana. Embora a maioria ainda priorize o salário ao procurar novos empregos, 47% delas agora citam o trabalho flexível como um dos principais requisitos.

No entanto, embora os profissionais valorizem a flexibilidade e o trabalho remoto, 24% das empresas desejam que os funcionários retornem em tempo integral. Isso pode ser positivo para trabalhadores mais jovens: quase metade dos entrevistados de 18 a 24 anos temem que o trabalho remoto atrapalhe o avanço de suas carreiras.

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©2021 Bloomberg L.P.

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