Mercado fechará em 2 h 14 min
  • BOVESPA

    108.281,37
    +1.613,71 (+1,51%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.811,85
    -420,35 (-0,79%)
     
  • PETROLEO CRU

    87,26
    +1,83 (+2,14%)
     
  • OURO

    1.841,00
    +28,60 (+1,58%)
     
  • BTC-USD

    41.805,81
    +153,87 (+0,37%)
     
  • CMC Crypto 200

    991,16
    -3,58 (-0,36%)
     
  • S&P500

    4.573,59
    -3,52 (-0,08%)
     
  • DOW JONES

    35.343,62
    -24,85 (-0,07%)
     
  • FTSE

    7.586,39
    +22,84 (+0,30%)
     
  • HANG SENG

    24.127,85
    +15,07 (+0,06%)
     
  • NIKKEI

    27.467,23
    -790,02 (-2,80%)
     
  • NASDAQ

    15.115,00
    -91,00 (-0,60%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2017
    -0,1054 (-1,67%)
     

Londres mobiliza 200 militares em hospitais pressionados pela covid-19

·2 min de leitura
Pedestre passa por uma placa indicativa de um centro de testagem comunitário para a covid-19 em Walthamstow, norte de Londres, 30 de dezembro de 2021 (AFP/Tolga Akmen)

Cerca de 200 militares serão enviados aos hospitais de Londres para apoiar o serviço público de saúde britânico (NHS), que sofre uma escassez de pessoal enquanto aumentam os atendimentos por covid-19, anunciou o ministério da Defesa nesta sexta-feira (7).

Segundo o NHS England, órgão que administra a saúde pública na Inglaterra, em 2 de janeiro foram registradas mais de 39.000 ausências de membros da equipe hospitalar devido a quarentenas por infecção de covid-19 ou casos de contato, um aumento de 59% em relação à semana anterior e o triplo do início de dezembro.

Isso inclui mais de 4.700 faltas em Londres, que tem sido o epicentro da nova onda de casos gerada pela variante ômicron do coronavírus, apesar de recentemente registrar uma leve redução do número de casos e internações.

A mobilização anunciada na capital inclui 40 médicos militares e 160 efetivos auxiliares, que ajudarão nas próximas três semanas a suprir a falta de pessoal sanitário infectado pelo vírus.

O ministro da Defesa, Ben Wallace, celebrou a contribuição dos militares ao "esforço nacional", lembrando que já participaram dirigindo ambulâncias, aplicando vacinas ou apoiando os pacientes hospitalizados desde o início da pandemia há dois anos.

Cerca de 1.800 militares já estão mobilizados por todo o Reino Unido, apoiando os trabalhos de vacinação e os serviços de ambulância.

Segundo os últimos dados oficiais publicados na quinta-feira (6), quase 18.000 pessoas - um aumento de 50% em uma semana e o número mais alto desde fevereiro - estavam hospitalizadas no país com covid-19.

O Reino Unido é uma das nações mais afetadas da Europa pela pandemia, com quase 150.000 mortes e níveis recordes de infecção, que se aproximam dos 200.000 casos diários.

No entanto, o número de pacientes com respiradores artificiais (875) e de mortes (231 na quinta-feira) é muito inferior ao das ondas anteriores, o que levou o governo a não endurecer as restrições na Inglaterra por enquanto.

Com o aumento da pressão, o sistema hospitalar enfrenta milhares de faltas de seus profissionais, em níveis "nunca vistos", explicou ao canal Sky News o doutor Chaand Nagpaul, presidente da Associação Médica Britânica (BMA).

Matthew Taylor, diretor da NHS Confederation, um grupo de profissionais da saúde pública, considerou que a mobilização de 200 efetivos "ajudaria", mas que a situação continuará "muito difícil".

mpa-acc/es/aa

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos