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Lojistas e shoppings entram em nova queda de braço por causa do preço do aluguel

·1 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A tensão entre lojistas e donos de shoppings por causa do aumento no valor do aluguel, que tinha se acalmado com os descontos negociados nos últimos meses, começa a piorar outra vez.

É que os boletos de setembro chegaram com o valor integral do IGP-M, índice de referência para o reajuste dos contratos de locação, que acumula alta de quase 25%, segundo o diretor jurídico da Ablos (Associação Brasileira dos Lojistas Satélites), Mauro Francis Tavares.

No ano passado, quando a pandemia forçou os shoppings a fecharem as portas, os lojistas ficaram sem faturamento e entraram em uma queda de braço com os locadores para não terem de pagar o aluguel integral. Conseguiram algum desconto, mas, agora, com a retomada das atividades, o setor ensaia restabelecer os reajustes.

Segundo Tavares, o IGP-M afeta a retomada das lojas, que segue fragilizadas depois do baque da pandemia e podem entrar em uma nova onda de fechamentos. Depois do resultado de vendas frustrante da Semana do Brasil, temporada de descontos de setembro, o cenário depende das vendas da Black Friday, em novembro, e no Natal.

Tavares afirma que os lojistas têm tentado novas negociações com os locadores, mas enfrentam dificuldades. Alguns voltam a levar seus casos à Justiça.

A Abrasce (associação de shoppings) diz que o setor deu mais de R$ 5 bilhões de descontos no aluguel e benefícios aos lojistas desde o início da pandemia. “Os shoppings seguem abertos ao diálogo e às negociações, sempre considerando o contexto individual de cada situação”, diz a entidade.

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