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Lojas em contêiner são aposta do varejo para reduzir custos

As lojas em contêiner podem ser alocadas em postos de gasolina, estacionamentos, condomínios e praças (Getty Image)
As lojas em contêiner podem ser alocadas em postos de gasolina, estacionamentos, condomínios e praças (Getty Image)
  • Pontos de venda são inspirados no modelo de contêiner marítimo

  • Essa é uma alternativa para baratear o investimento

  • Diversas empresas brasileiras já apostam na modalidade

Não é novidade que a construção de uma loja custa uma quantidade significativa de investimento. Em tempos de recessão econômica inflação e redução do poder de compra, empresários estão procurando alternativas mais baratas para continuar no mercado,

Compactos, flexíveis e com menos custo de fabricação, os pontos de venda modulados são locais fabricados de forma semelhante aos contêineres marítimos. Por isso, são cada vez mais buscados por quem quer investir em locais físicos para o comércio.

Eles podem ser alocados em postos de gasolina, estacionamentos, condomínios e praças. Com isso, escapam do aluguel cobrado às lojas de rua, além de não precisar se preocupar com condomínio.

Um exemplo que está se espalhando é o da fabricante de óculos Chilli Beans. Com uma rede de cinco lojas modulares, de 15 metros quadrados, o espaço conta com plástico reciclado e que usam energia solar.

As unidades estão localizadas em diferentes locais, como dentro de um posto de gasolina na Zona Oeste da capital paulista, em Boituva (SP), em Porto Alegre e em duas cidades de Minas Gerais, Itajubá e Piumhi.

Outra marca que apostou no formato foi o Hirota. A empresa abriu as duas primeiras lojas automatizadas, dentro de contêiner criados para condomínios residenciais, foram ativadas cinco meses após a pandemia. Atualmente, já são 83 pontos que funcionam neste formato.

“Primeiro, tivemos a pandemia e, agora, é o aperto financeiro: as pessoas não estão fazendo compra do mês, mas pequenas compras", explicou Hélio Freddi, diretor da rede, em entrevista à CNN.

O Carrefour, o Madero e a Cacau Show são outras empresas que também investiram na modalidade. As lojas são "herança" da pandemia que deverão continuar em funcionamento mesmo após a volta gradual ao mundo imunizado.

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