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Loja com produtos de cultura nerd fatura R$ 50 mil por mês após quase quebrar

·2 min de leitura
A Badoque Geek surgiu pela dificuldade de achar produtos com preços acessíveis. Foto: Getty Images.
A Badoque Geek surgiu pela dificuldade de achar produtos com preços acessíveis. Foto: Getty Images.
  • Como muitos negócios na pandemia, a Badoque Geek sofreu com prejuízos;

  • Com descuidos na hora da contabilidade, por parte de um dos sócios, a loja quase fechou;

  • Após empréstimo, o espaço que vende produtos geek voltou a faturar e se reergueu.

A pandemia foi responsável por acabar com muitos negócios e sacudir diversos empreendimentos. Foi o que aconteceu com a Badoque Geek, uma loja física de produtos e objetos da cultura pop, sediada em Recife, capital de Pernambuco.

Durante sete meses de trabalho online na pandemia, os empreendedores por trás do espaço, Givaldo Júnior, 38 anos, e Davi Fernandez, 29 anos, não conseguiram alcançar a receita que faturavam em apenas um mês de trabalho no espaço físico.

Contudo, o que parecia ser o fim da história teve uma reviravolta no final de 2020. Na época, tendo uma dívida de R$ 30 mil com fornecedores, os empresários pegaram R$ 4 mil emprestados e retomaram as vendas presenciais.

Desse modo, em quatro meses, a loja conseguiu juntar o valor para pagar os débitos e expandir a marca, que abriu outra unidade fixa de shopping em maio. Agora, a Badoque Geek fatura R$ 50 mil por mês.

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Nascimento da loja e dificuldades

O negócio surgiu quando Júnior, então colecionador de bonecos, encontrava dificuldades em achar produtos com preços acessíveis. Após entrar pessoalmente em contato com fornecedores, o empresário descobriu o potencial do setor.

O começo da loja veio por meio de pequenos eventos de cultura pop e nerd. Na primeira ocasião, a dupla pagou R$ 80 para vender em um local durante dois dias e faturou R$ 800. Daí em diante, Júnior e Fernandez frequentaram outros espaços.

Contudo, a reviravolta veio mesmo em 2019, após entrarem em uma feira de shopping pela primeira vez. Lá, pagaram R$ 3 mil por um mês do evento. O resultado foi um sucesso, e a loja faturou R$ 1 mil apenas no primeiro dia.

Em seguida, a pandemia aconteceu, desestabilizando o negócio. Outro problema foi que, na época, Júnior misturou as contas do trabalho com as de casa. Dessa forma, quando o espaço no shopping voltou a ter disponibilidade, não havia dinheiro para o aluguel.

Após um amigo saber da história, o próprio emprestou R$ 4 mil para o empreendedor, permitindo a reabertura da loja em novembro de 2020. O resultado foi um sucesso.

Mesmo com uma retomada devagar, e um horário de funcionamento parcial, agora, os empreendedores têm um espaço físico fixo. Júnior e Fernandez querem fechar 2022 com a receita de R$ 1 milhão.

As informações são do Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

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