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Lockdowns são retomados no leste da UE com baixa vacinação

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- O coronavírus retorna com força no leste menos vacinado da União Europeia, trazendo com ele o retorno das restrições.

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Na quarta-feira, a Letônia se tornou o primeiro estado membro do bloco a fechar mais uma vez setores da economia devido ao aumento dos casos de Covid-19 - o maior número per capita do mundo na última semana -, que ameaçam sobrecarregar hospitais.

Durante o próximo mês, o país báltico de 1,9 milhão de habitantes vai fechar bares e lojas, impor toque de recolher e retomar o ensino à distância. Outros países talvez não demorem para seguir os mesmos passos.

A vizinha Estônia diz que pode implementar restrições se a situação piorar. A Romênia, por sua vez - onde menos de 30% da população de 19 milhões está vacinada - pediu ajuda à Organização Mundial da Saúde após o número de mortes e novos casos atingir recorde.

Enquanto autoridades da UE elogiam a campanha de vacinação do bloco, as medidas anunciadas enfatizam uma divisão entre o leste e o oeste, onde a taxa de vacinação muito maior se traduz em menos casos que resultam em hospitalização ou mortes. Enfrentando há anos a desconfiança da população, alguns governos da ala ex-comunista da UE não têm conseguido convencer os cidadãos dos benefícios da vacinação, apesar do contínuo aumento das mortes diárias antes do inverno.

“Por quatro semanas, todos entraremos em um regime mais rígido”, disse o primeiro-ministro da Letônia, Krisjanis Karins, depois que seu governo confirmou o novo lockdown. “Mas, em 15 de novembro, voltaremos à situação de hoje, que já é relativamente limitada para os não vacinados.”

Karins respondeu a alertas do setor de saúde de que um nível crítico de 1.500 pacientes hospitalizados de Covid poderia ser atingido ainda esta semana.

A situação é talvez mais crítica na Romênia, onde autoridades recentemente compararam a situação às cenas na Itália quando o coronavírus foi detectado no ano passado. Além disso, a nação do Mar Negro está mergulhada em uma crise política que complica os esforços para encontrar e implementar soluções.

Na Polônia, autoridades estão monitorando um aumento do número de infecções e podem decidir até o fim da semana sobre passos “drásticos” caso a situação continue a piorar.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenou as mais amplas restrições desde maio, com novos casos e mortes em níveis recordes no país.

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