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Lockdowns atrasam transferência de banqueiros no pós-Brexit

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- As dificuldades de realocação de funcionários durante a pandemia adiaram a transferência de alguns postos financeiros de Londres para a União Europeia, de acordo com a EY.

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“As restrições de viagens nos últimos dois anos desafiaram os aspectos práticos da relocação”, disse Omar Ali, chefe de serviços financeiros para a Europa, Oriente Médio, Índia e África da EY. “Dependendo da trajetória da variante ômicron e seu impacto nas viagens internacionais no curto prazo, os atrasos quanto às transferências devem aumentar no próximo ano, principalmente devido à pressão contínua dos reguladores da UE.”

O Financial Services Brexit Tracker da EY descobriu que, embora tenha ocorrido um aumento na proporção de empresas que planejam transferir alguns funcionários ou operações do Reino Unido para a UE, o número real de anúncios de mudança ligadas a emprego caiu no comparativo anual. Cerca de 44% das 222 empresas de serviços financeiros que participaram da pesquisa mudaram ou planejam transferir funcionários do Reino Unido para a UE, ante 41% em janeiro de 2020.

A pesquisa mostra que o número de novas contratações na UE e no Reino Unido vinculadas ao Brexit desde o referendo está em pouco mais de 5.000, dos quais cerca de 2.800 foram na UE, contra 2.200 no Reino Unido.

“Para muitas empresas de serviços financeiros, ainda estamos longe de ser totalmente ‘pós-Brexit’”, disse Ali. “Já se passou quase um ano desde que o Reino Unido deixou oficialmente a União Europeia, mas o setor financeiro ainda está trabalhando com a ressaca do Brexit.”

Ainda assim, a pesquisa estima que o número total de realocações de empregos sofridos pela cidade de Londres caiu ligeiramente para 7.400, de 7.600, depois que alguns dos maiores bancos de investimento com sede no Reino Unido revisaram para baixo o número de funções que eles realocarão para servir a necessidades dos clientes.

Essas mudanças permanecem bem aquém de algumas estimativas feitas desde a votação do Brexit. O think-tank Bruegel disse em 2018 que Londres poderia acabar perdendo 10.000 empregos do setor bancário e 20.000 cargos na indústria de serviços financeiros.

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