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Lockdown no Vietnã agrava limitação da oferta mundial de café

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A oferta mundial de café sofre um novo abalo com as rigorosas restrições impostas pelo Vietnã, o segundo maior produtor global, para conter a escalada da variante delta do coronavírus.

O governo colocou Ho Chi Minh, que é um hub de exportação, em lockdown por causa do salto no número de casos de Covid-19 e impôs limitações à mobilidade em importantes áreas produtoras na região das Terras Altas Centrais.

Exportadores enfrentam dificuldades para levar os grãos até os portos, além de outros problemas logísticos, como a grave indisponibilidade de contêineres e o encarecimento dos fretes.

Associações empresariais, como a que reúne os produtores de café e cacau do país, pediram que o governo alivie as restrições, que, segundo essas organizações, provocam atrasos, aumentam custos e colocam transportadoras na posição de compensar compradores por atrasos nas entregas.

Esta semana, o Ministro dos Transportes, Nguyen Van The, deu ordens para que as autoridades do sul do país façam o possível para facilitar o escoamento de produtos agrícolas, como café e arroz. Segundo o ministro, os governos locais precisam evitar exigências desnecessárias e burocracia.

Os preços globais do café dispararam em reação às ameaças cada vez maiores à oferta na América do Sul e na Ásia. Seca e geadas destruíram cafezais no Brasil, o maior produtor global, focado na variedade arábica, de maior qualidade. A situação climática se soma a problemas de logística no Vietnã e na Indonésia.

Após a geada quebrar a safra no Brasil, alguns torrefadores decidiram usar suprimentos mais baratos de café robusta do Vietnã. No entanto, a forte alta dos preços e as dificuldades de embarque tornam esta opção menos atraente.

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©2021 Bloomberg L.P.

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