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Lixo espacial: motor de foguete russo se rompe e gera mais detritos

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O motor de um foguete russo se rompeu na órbita da Terra, dando origem a mais lixo espacial ao redor de nosso planeta. De acordo com informações do 18º Esquadrão de Defesa Espacial dos EUA publicadas nesta terça-feira (3), o objeto se rompeu em abril, e 16 pedaços de detritos espaciais relacionados ao evento estão sendo monitorados. É possível que ainda leve algum tempo para os fragmentos reentrarem na atmosfera terrestre, onde serão incinerados.

Designado “#32398”, o objeto em questão era um dos motores de um foguete russo Proton, lançado em 2007 para levar três satélites GLONASS (sistema de navegação russo similar ao GPS) para o espaço. O estágio superior do veículo lançador tinha dois motores, utilizados para acelerar levemente o componente e, assim, garantir a posição correta do combustível nos tanques para acionamentos posteriores já no espaço.

No caso do objeto, o estágio superior do foguete Proton tinha motores SOZ, sigla para “Sistema Obespecheniya Zapuska” (ou “sistema de garantia de lançamentos”, em tradução literal). “Os motores SOZ não usam todo o propelente quando são acionados e têm o mau hábito de se romper anos ou décadas depois, deixando detritos em uma órbita altamente elíptica”, disse Jonathan McDowell, astrofísico e rastreador de satélites.

Em sua órbita elíptica, o motor envolvido no evento está chegando a uma distância mínima de 388 km da Terra, e máxima de 19.074 km. Segundo McDowell, ainda deve demorar um pouco para os detritos espaciais reentrarem na atmosfera. “Este evento era previsível e é muito bem compreendido; mesmo assim, é uma pena”, observou, em um tuíte.

Devido à alta velocidade com que se move, o lixo espacial representa riscos significativos para astronautas e satélites em órbita (Imagem: Reprodução/NASA's Goddard Space Flight Center/JSC)
Devido à alta velocidade com que se move, o lixo espacial representa riscos significativos para astronautas e satélites em órbita (Imagem: Reprodução/NASA's Goddard Space Flight Center/JSC)

O lixo espacial é um problema preocupante para operadoras de satélites e agências espaciais — segundo a Agência Espacial Europeia, há cerca de 36.500 detritos com pelo menos 10 cm de extensão cada em órbita. No ano passado, a Rússia aumentou este número após realizar um teste de míssil antissatélite, quando destruiu um velho satélite soviético e espalhou uma nuvem de detritos pelo espaço.

Fonte: Canaltech

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