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Entenda por que a Lituânia quer que a população jogue fora celulares da Xiaomi

·2 minuto de leitura
Xiaomi smartphone is photographed in a store in Krakow, Poland on August 26, 2021.  (Photo by Beata Zawrzel/NurPhoto via Getty Images)
Xiaomi se defendeu e afirmou que nunca bloqueou nenhum tipo de informação de seus usuários
(Beata Zawrzel/NurPhoto via Getty Images)
  • Órgãos de defesa da Lituânia acusam marcas chinesas de censurar termos como "movimento pela democracia” e "Tibete Livre"

  • Por conta disso, o país pediu à população que não compre (ou jogue fora) os celulares da marca

  • Relatório foi divulgado no momento em que China e Lituânia enfrentam relação delicada

O Ministério da Defesa da Lituânia recomendou que a população não compre – e até mesmo jogue fora – os celulares de marcas chinesas como a Xiaomi. O pedido veio logo após um relatório de segurança do governo local informar que os aparelhos censuravam termos como “Tibete Livre”, “movimento pela democracia” e “Vida longa à independência de Taiwan”.

“Nossa recomendação é não comprar novos telefones chineses e nos livrar dos já comprados o mais rápido possível”, disse o vice-ministro da Defesa da Lituânia, Margiris Abukevicius, segundo o jornal South China Morning Post.

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O Mi 10T 5G, vendido no Brasil por cerca de R$ 5.579,99, é um dos modelos apontados como capazes de detectar e bloquear as pesquisas. O relatório aponta que são mais de 440 termos e que, apesar de estar desativada na União Europeia, a função pode ser ativada remotamente pela empresa a qualquer momento.

Em contrapartida, a Xiaomi negou a acusação, alegando estar comprometida com os direitos dos usuários de seus celulares e que segue o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados da União Europeia.

“A Xiaomi nunca restringiu ou bloqueará qualquer comportamento pessoal de nossos usuários de smartphones, como pesquisa, ligação, navegação na web ou o uso de software de comunicação de terceiros”, disse.

China e Lituânia enfrentam relação delicada

No mês passado, a China exigiu que a Lituânia retirasse seu embaixador de Pequim e solicitou o retorno de seu enviado diplomático à capital do país europeu. Isso aconteceu após Taiwan anunciar que abriria Escritórios de Representação de Taiwan na Lituânia.

Taiwan é, atualmente, considerado pela China como uma província rebelde. O conflito entre as “duas Chinas” começou após a Revolução Chinesa de 1949, que derrubou o governo de Chiang Kai-shek e instaurou o governo socialista de Mao-Tsé Tung.

Chiang Kai-shek refugiou-se na ilha de Taiwan, separada do território inimigo por um estreito de 130 km de largura, onde formou-se um governo autônomo. A partir disso, a China seguiu dividida em República Popular da China (a parte continental) e a China Nacionalista ou Taiwan (parte insular).

Para todos os efeitos, Taiwan é hoje um Estado soberano, mas Pequim segue vendo o território como uma parte inseparável do seu.

Nesta quinta-feira, as autoridades taiwanesas anunciaram que 19 aeronaves chinesas, incluindo 14 caças e dois bombardeiros com capacidade nuclear, entraram na zona aérea de defesa de Taiwan. Trata-se da maior invasão em meses.

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