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Lira diz que alternativa do governo para auxílio leva em conta demora do Senado em votar IR

·2 min de leitura
Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira

Por Maria Carolina Marcello

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta terça-feira que o governo "deve estar trabalhando" alternativas para financiar o novo programa social caso o Senado não vote projeto que modifica regras do Imposto de Renda.

Já votada pela Câmara, a proposta do IR é encarada como fonte para o novo programa social a substituir o Bolsa Família. O projeto que muda a tributação, no entanto, enfrenta resistência no Senado, e não deve ter tramitação acelerada na Casa, a exemplo do caminho percorrido ente deputados.

"Na realidade, o Senado está parado com relação a votações das matérias que são estruturantes. E isso também vai impactando. Nós estamos no final do ano, e até agora nenhuma posição sobre o Imposto de Renda, que todos nós sabemos que é base de cálculo para a nova fonte", disse Lira a jornalistas.

"Então o governo deve estar trabalhando para ter alternativas caso o Senado decida não votar a reforma do Imposto de Renda aprovada pela Câmara", acrescentou.

Lira não poupou críticas e chegou a afirmar que o Senado não quer debater e taxar "quem ganha muito e não paga nada".

Além do projeto do IR como custeio para o programa social, o Executivo conta com Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios para abrir espaço fiscal.

A PEC, que seria analisada por uma comissão especial da Câmara nesta tarde, entretanto, teve sua votação adiada para a quarta-feira, sob a justificativa de o relator, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), fazer ajustes ao texto.

Isso no mesmo dia em que o governo cancelou o anúncio do programa Auxílio Brasil marcado incialmente para a tarde desta terça, em meio a uma forte reação negativa do mercado à decisão de deixar parte do pagamento do benefício fora do teto de gastos.

Segundo uma fonte a par das negociações, Motta esteve em reunião com Lira, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e o chefe da pasta da Cidadania, João Roma. Mas não houve qualquer definição na conversa. Ainda segundo essa fonte, equipe técnica ainda trabalha no parecer da PEC.

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