Mercado fechará em 1 h 59 min
  • BOVESPA

    124.920,00
    -1.226,66 (-0,97%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.172,90
    -67,61 (-0,13%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,96
    +0,05 (+0,07%)
     
  • OURO

    1.802,10
    -3,30 (-0,18%)
     
  • BTC-USD

    32.208,08
    -203,67 (-0,63%)
     
  • CMC Crypto 200

    778,21
    -15,52 (-1,96%)
     
  • S&P500

    4.410,05
    +42,57 (+0,97%)
     
  • DOW JONES

    35.047,89
    +224,54 (+0,64%)
     
  • FTSE

    7.027,58
    +59,28 (+0,85%)
     
  • HANG SENG

    27.321,98
    -401,86 (-1,45%)
     
  • NIKKEI

    27.548,00
    +159,80 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.102,50
    +174,00 (+1,17%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1100
    -0,0102 (-0,17%)
     

LinkedIn expõe dados de 92% dos usuários, incluindo dedução de salários

·2 minuto de leitura
LinkedIn expõe dados de 92% dos usuários, incluindo dedução de salários
LinkedIn expõe dados de 92% dos usuários, incluindo dedução de salários

Um novo vazamento de dados pessoais de usuários do LinkedIn está sendo vendido no mercado negro. A violação traz informações de 700 milhões de perfis, o que representa a porcentagem de 92% do total de 756 milhões inscritos na plataforma.

Segundo informações do RestorePrivacy, o hacker responsável pelo ataque divulgou uma pequena amostra do conteúdo coletado correspondente aos dados de cerca de 1 milhão de usuários. A checagem confirma que os registros são de fato verdadeiros.

As investigações apontam que o criminoso virtual burlou o API oficial do LinkedIn para conseguir efetuar o download do databank. Assim, a coleta foi feita a partir dos conteúdos que são compartilhados na plataforma. O método foi similar a utilizado em outro vazamento ocorrido em abril desse ano.

No primeiro vazamento, executivos da rede social afirmaram que dados de 500 milhões de usuários ligados ao servidor da plataforma foram expostos no mercado negro.

  • Entenda melhor como ocorreu o primeiro incidente em abril de 2021:

Dentre as principais informações que o hacker colocou à venda clandestinamente, estão:

  • endereços de e-mail;

  • nomes completos;

  • telefones celulares;

  • endereços residenciais;

  • histórico de localização;

  • username e URL do perfil;

  • histórico de experiências pessoais e profissionais;

  • gênero;

  • informações de outras redes sociais integradas.

Apesar de senhas não terem sido vazadas, os investigadores apontam que as informações acima citadas já são suficientes para roubo de identidade, tentativas de phishing e de métodos para obter credenciais de acesso tanto no LinkedIn, quanto em outros sites ou mídias sociais.

linkedin
LinkedIn sofre novo ataque hacker que deixa exposto dados pessoas de seus usuários. A última vez que isso aconteceu foi em abril de 2021, quando 500 milhões de usuários foram prejudicados.

Ainda segundo informações do RestorePrivacy, o hacker que buscou vender as informações em fórum clandestino já foi devidamente identificado.

Até o dia de hoje (29), a empresa ainda não se pronunciou sobre os novos acontecimentos.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos