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LinkedIn anuncia fim dos Stories e não surpreende ninguém

·2 minuto de leitura

O LinkedIn introduziu o recurso de vídeos curtos e temporários similar aos Stories do Instagram no ano passado. Mas, assim como fez o Twitter com os Fleets, a rede social voltada para o ambiente corporativo deve extinguir as "histórias" até o fim de setembro de 2021 por falta de engajamento do público.

Em post no blog oficial, a diretora sênior de produtos do LinkedIn, Liz Li, disse que o recurso foi um fracasso, mas pede o feedback dos usuários para empreendimentos futuros. A causa para o insucesso é bem obvia: o público da rede social é diferente dos usuários do Snapchat e do Instagram, que gostam de registrar o seu cotidiano e acontecimentos mais passageiros.

O Brasil foi o primeiro país a receber os Stories do LinkedIn (Imagem: Rafael Arbulu/Canaltech)
O Brasil foi o primeiro país a receber os Stories do LinkedIn (Imagem: Rafael Arbulu/Canaltech)

Segundo Li, a rede imaginou que os Stories poderiam impulsionar a publicação de vídeos mais informais nos perfis, sem que isso afetasse a imagem ou a reputação, porém não foi isso que ocorreu. Por se tratar de uma ferramenta profissional, as pessoas preferem manter uma postura mais formal, focadas em suas personalidades, habilidades e experiências, conforme constatou o LinkedIn.

Recursos mais exclusivos

Essa lição foi aprendida e deve nortear as futuras funcionalidades da plataforma, com menos foco em copiar outros apps de mídias sociais e mais propósito em atender aos anseios do público-alvo. Do ponto de vista analítico, fica claro que há espaço para propostas diferentes de redes sociais, com as pessoas interessadas em se adaptar a cada espaço conforme as regras ali estabelecidas.

Ainda não dá para saber qual será a próxima incursão do LinkedIn, mas o post da executiva mostra que eles ouvirão muito mais a necessidade dos membros, em especial aqueles que pagam para obter destaque em perfis premium. Na publicação, inclusive, há muita gente com ideias excelentes para ajudar a manter viva a chama de uma das plataformas que mais crescem no mundo — você dar uma passadinha por lá e apresentar sugestões também.

É bom ver que o erro serviu para mudar os rumos e engrandecer a rede social, adquirida pela Microsoft em 2016 por US$ 27 bilhões. Será que as demais plataformas vão trilhar o mesmo caminho e parar de copiar aleatoriamente coisas umas das outras?

Fonte: Canaltech

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