Mercado fechado

Líderes: Delivery virou serviço essencial? Executivos de Rappi e iFood respondem

Redação Finanças
·2 minuto de leitura

A pandemia do novo coronavírus fez a busca por serviços de delivery aumentar 300% durante a pandemia, segundo uma pesquisa do Google. O isolamento social elevou o status das entregas a domicílio de comodidade a uma necessidade.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar

Siga o Yahoo Finanças no Google News

No episódio de estreia da segunda temporada de Líderes, Sergio Saraiva, presidente da Rappi Brasil, e Diego Barreto, diretor do estratégia do iFood, discutem sobre esse novo cenário de importância do delivery.

PODCAST LÍDERES: OUÇA A CONVERSA COMPLETA AGORA!

Os executivos ainda comentaram sobre a situação envolvendo as recentes manifestações por parte dos entregadores. Os trabalhadores autônomos pedem por melhores condições de trabalho, pagamento pelo deslocamento até a retirada do pedido e auxílio médico em casos de acidentes.

Segundo Barreto, do iFood, as mobilizações os fizeram mudar o esquema de distribuição dos kits de proteção contra o novo coronavírus. Saraiva, da Rappi, afirma que a plataforma paga um valor por entrega superior ao piso do salário mínimo.

Quem é Sergio Saraiva

Sergio iniciou sua trajetória profissional como trainee na Ambev, empresa onde trabalhou por 14 anos, onde chegou ao cargo de diretor. Depois, passou mais cinco no braço internacional ABInbev, onde foi vice-presidente de tecnologia. Teve passagens por Diletto e Cielo antes de assumir como CEO da Rappi em janeiro de 2020.

Quem é Diego Barreto

Diego é formado em direito pela PUC-SP, mas passou a maior parte da carreira atuando na área de finanças. Lá, teve passagens por AES Brasil, OAS e Suzano Papel e Celulose. Entrou para a Movile, empresa da qual o iFood faz parte, como diretor executivo em dezembro de 2016. Ocupa o cargo de CFO do app de delivery desde 2018.

Assine agora a newsletter Yahoo em 3 Minutos

Siga o Yahoo Finanças no Instagram, Facebook, Twitter e YouTube