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Libertadores: Flamengo aposta na evolução de Arão para avançar às oitavas e melhorar defesa

·2 minuto de leitura

A boa campanha do Flamengo na Libertadores, que pode levar a classificação antecipada hoje às oitavas de final, em caso de vitória sobre o Unión La Calera, no Chile, às 21h30, vem acompanhada de um alerta para as fases seguintes: o rubro-negro é o time que ocupa a liderança com mais gols sofridos entre todos os oito grupos da competição: cinco. Embora tenha o ataque mais positivo ao lado de Inter e Palmeiras, com dez gols, a equipe carioca tem buscado, sob o comando de Rogério Ceni, aperfeiçoar seu sistema defensivo desde o fim do ano passado.

Esse processo coincide com a decisão do treinador em recuar Willian Arão de volante para zagueiro. O objetivo era melhorar a construção das jogadas ofensivas desde a defesa. O intuito tem sido alcançado, e o camisa cinco apresentando bons números desde que passou a exercer a função, contra o Palmeiras, em 21 de janeiro, na reta final do Brasileiro. Desde então, são 16 partidas. Do fim da temporada anterior para a atual, o aproveitamento do Flamengo com Arão na função saltou de 76% para 81%. Mas o número de gols sofridos passou de seis em seis jogos para 12 em nove partidas . Cinco deles nas primeiras três rodadas da fase de grupos, contra Vélez, La Calera e LDU.

Os números individuais de Arão, por sua vez, estão acima da média. Na equipe, ele é o o jogador quem tem o maior percentual de acerto de passes na competição. Sua consolidação na função foi planejada por Ceni e seus auxiliares de forma gradual. Com mais de cem dias na posição, Arão diz sempre que está disposto a exercer o papel inédito na carreira para o bem do time.

— Me colocar como zagueiro é uma demonstração da confiança em mim. Tento aprimorar as funções para ajudar ainda mais — diz.

O recuo de Arão começou no Flamengo com Jorge Jesus. De segundo para primeiro volante. Na época, treinava com os zagueiros sob supervisão do auxiliar João de Deus. Com Ceni, a observação levou a conclusão que haveria melhora na saída de bola e menor pressão adversária diante da maior posse. A situação já foi vivida no Flamengo por Jayme de Almeida. Antes de se consagrar como zagueiro do clube, jogou no meio-campo, e acredita que o movimento é válido no time atual.

— Quando você está sendo atacado, rouba a bola e sai com um bom passe. E na saída, diante da boa marcação facilita a transição meio-campo/ ataque. Arão tem boa impulsão, faz gol, e como zagueiro tem rendido muito bem — elogia Jayme.

Arão fará dupla com Bruno Viana, já que Rodrigo Caio é desfalque, ao lado de Diego Alves, Gérson e Michael.

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