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LGBTQIA+ são os que mais sofrem preconceito dentro das empresas, diz pesquisa

Pesquisa diz que 57% dos trabalhadores já escutaram algum tipo de piada ou comentário preconceituoso direcionado à comunidade LBGTQIA+ (Getty Image)
Pesquisa diz que 57% dos trabalhadores já escutaram algum tipo de piada ou comentário preconceituoso direcionado à comunidade LBGTQIA+ (Getty Image)
  • Comunidade LGBTQIA+ é uma das mais afetadas pelo preconceito empresarial

  • Empresas ainda são ambientes hostis para que não está dentro da cisheteronormatividade

  • Apenas 8% das pessoas deste grupo estão em cargos de liderança nas corporações

Quem é LGBTQIA+ sabe identificar exatamente os sinais de que um espaço não é um local seguro para se estar. Piadas preconceituosas, olhares de julgamentos e o receio de revelar a identidade de gênero ou a orientação sexual são algumas das situações mais comuns.

Uma pesquisa feita entre outubro 2021 e junho de 2022 pela consultoria global Great Place to Work (GPTW) aponta que, dentro do ambiente corporativo, 57% dos trabalhadores já escutaram algum tipo de piada ou comentário preconceituoso direcionado à comunidade LBGTQIA+.

A pesquisa contou com 14.082 trabalhadores, sendo que 10% se autodeclaravam LGBTQIA+. “Embora tenha havido avanços recentes, a LGBTIfobia ainda é tolerada por parte da sociedade. Está no campo daquilo que se chama de “preconceito recreativo”, algo que parcela da sociedade ainda considera tolerável e de menor valor agressivo”, explica Ricardo Sales, CEO da Mais Diversidade, em entrevista à CNN.

Ainda conforme os dados da pesquisa, 92% das pessoas em cargos de chefia, direção e presidência são cisheteronormativas. No grupo que se declara LGBTQIA+, 8% está em cargos de liderança e 6% ocupam a diretoria ou presidência da empresa em que trabalha.

"Vemos a pauta de diversidade e inclusão considerada estratégica na agenda corporativa pelas empresas, mas na prática não vemos isso acontecer no sentido de colocar o tema como principal e ter ações voltadas para isso", denuncia Raul Valle, especialista em diversidade da GPTW e responsável pela pesquisa.

Ele ainda aponta os programas de contratação de pessoas trans e o investimento social privado em projetos da comunidade LGBTQIA+ como bons exemplos de inclusão.