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Leo Índio, sobrinho de Bolsonaro, trabalha como assessor de senador flagrado com dinheiro na cueca

·2 minutos de leitura
Leo Índio (esq.) posa ao lado de Chico Rodrigues (dir.) enquanto seguram quadro do presidente Jair Bolsonaro - Foto: Reprodução
Leo Índio (esq.) posa ao lado de Chico Rodrigues (dir.) enquanto seguram quadro do presidente Jair Bolsonaro - Foto: Reprodução

O senador Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado nesta quarta-feira (14) com dinheiro escondido na cueca, ocupa o cargo de vice-líder do governo no Senado e também emprega o primo dos três filhos mais velhos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A informação foi divulgada pela revista Crusoé.

Leonardo Rodrigues de Jesus, conhecido como Léo Índio, é primo do senador Flávio (Republicanos-RJ), do deputado federal Eduardo (PSL-SP) e do vereador Carlos (Republicanos-RJ), é empregado no gabinete do senador que foi alvo de operação para investigar desvios na aplicação de recursos que deveriam ser destinados ao combate à pandemia do novo coronavírus.

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De acordo com O Globo, agente cumpriam mandado de busca e apreensão contra o parlamentar, em sua casa em Roraima. Lá encontraram cerca de R$ 30 mil escondidas no corpo do senador. Parte das notas estaria dentro do seu ânus e entre suas nádegas.

A ação deflagrada foi autorizada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). Rodrigues é membro da Comissão Mista do Congresso Nacional que acompanha a execução de recursos relacionados ao enfrentamento do da pandemia. Segundo o Globo, a assessoria do senador confirmou que houve buscas na casa dele, mas afirmou desconhecer a apreensão de dinheiro.

“Quase uma união estável”

A repercussão da situação na qual foi encontrada o senador gerou intensa repercussão nas redes sociais. Um vídeo que voltou a circular mostra Bolsonaro exaltando Chico Rodrigues.

"É quase uma união estável, hein Chico”, diz Bolsonaro no vídeo, sobre o tempo de convivência com o parlamentar na Câmara, no período em que ambos eram deputados.

Na sequência, o senador ainda diz que Bolsonaro está “retomando a moralidade, as práticas republicas". Horas antes de ter o seu vice-líder flagrado pela PF numa situação constrangedora, o presidente voltou a ignorar casos de corrupção na sua gestão e chegou até a dizer que daria uma “voadora” em quem praticasse atos ilegais em seu governo.