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Leilão da Cedae arrecada cerca de R$ 22,7 bi, uma vitória para Bolsonaro

·1 minuto de leitura
A sede da Cedae, no Rio

O leilão da Cedae, concessionária de água e esgoto do estado do Rio, arrecadou nesta sexta-feira (30) cerca de 22,7 bilhões de reais (4,1 bilhão de dólares, aproximadamente), mais que o dobro do esperado.

O resultado representa uma vitória importante para o presidente Jair Bolsonaro, presente na licitação, celebrada após um cabo de guerra político e judicial que durou até a quinta-feira.

O leilão, celebrado na bolsa de São Paulo, foi dividido em quatro blocos, lançados ao preço mínimo total de 10,6 bilhões de reais, com previsão de investimentos de R$ 30 bilhões (5,5 bilhões de dólares) durante os 35 anos de operações da concessão.

Apenas três blocos foram objeto de disputa e o quarto (de menor valor) ficou sem comprador. Mesmo assim, o montante obtido dobrou as expectativas.

As obras devem assegurar os serviços abastecimento de água potável e esgoto sanitário a quase 13 milhões de pessoas de 35 municípios do Rio, o segundo estado mais rico do país.

Dos 5,5 bilhões de dólares em investimentos previstos, US$ 4,7 bilhões serão destinados à despoluição da Baía de Guanabara e R$ 335 milhões a infraestruturas em áreas de comunidades.

Só participaram do leilão grupos brasileiros e o grande vencedor foi o Aegea, que obteve dois blocos que abrangem vários setores da cidade do Rio, capital do estado. O terceiro bloco foi adquirido pelo grupo Iguá.

O leilão mostra "a confiança no Brasil" e "na economia de mercado", comemorou o ministro da Economia, Paulo Guedes, cujo plano de privatizações e concessões para reduzir a dívida e os déficits públicos estava travado devido à pandemia do coronavírus.

"O Brasil vai retomar a crescimento, vamos atravessar as duas ondas" de crise sanitária e econômica, acrescentou.

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