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Legisladores dos EUA e Europa pedem que JBS seja investigada

·2 min de leitura
Vista de fábrica de carnes da JBS em Alta Floresta, Mato Grosso, em 30 de agosto de 2021 (AFP/CARL DE SOUZA) (CARL DE SOUZA)

O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos, Bob Menéndez, um parlamentar britânico e um eurodeputado pediram nesta terça-feira (4) em Washington que sejam investigadas "as práticas comerciais" da empresa brasileira de carnes JBS.

Em comunicado conjunto, Menéndez, o legislador britânico Ian Liddell-Grainger e o presidente da Comissão de Agricultura e Desenvolvimento Rural do Parlamento Europeu, Norbert Lins, expressaram "crescente preocupação" com as práticas comerciais da JBS, sua controladora J&F Investimentos e suas subsidiárias na Europa e nos Estados Unidos.

Portanto, pedem a seus respectivos países que “conduzam investigações legais e coordenadas” para garantir que “a empresa seja forçada a operar dentro dos padrões esperados de finanças, negócios e conduta ambiental”.

Também pedem às autoridades que "examinem as práticas antimonopólio e anticompetitivas da JBS e avaliem se os abusos da empresa podem prejudicar permanentemente as cadeias de abastecimento de alimentos".

Na segunda-feira, o governo de Joe Biden divulgou um plano para aumentar a concorrência no setor de carnes, dominado por um punhado de grandes empresas, entre elas a JBS, que acusa de aumentar os preços aos consumidores e reduzir a renda dos produtores.

A declaração dos três legisladores afirma que durante a última década a JBS participou de atividades criminosas e "se declarou culpada de 1.500 atos de suborno" no Brasil, "de violações na fixação de preços antimonopólio" e de "violar a lei de práticas corruptas no exterior dos Estados Unidos", além de ainda não ter pagado “bilhões de dólares em multas".

Os parlamentares, surpresos com o fato de seus fundadores Wesley e Joesley Batista continuarem a ser acionistas majoritários "apesar de terem sido condenados criminalmente no Brasil", acusam a empresa de "obter gado de fazendas que contribuíram para o desmatamento".

Considerada o frigorífico de América Latina, a JBS está presente en 15 países com mais de 400 unidades produtivas em cinco continentes, segundo o site oficial da empresa, no qual afirma realizar diversos programas para desenvolver modelos de produção sustentáveis e proteger e restaurar florestas.

erl/cjc/ic

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