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LATAM demitirá 1.400 funcionários em Chile, Colômbia, Equador e Peru

·2 min de leitura
Aeronaves da LATAM na pista do aeroporto internacional de Santiago, 20 de abril de 2020, durante a pandemia do novo coronavírus

A companhia aérea chileno-brasileira LATAM Airlines anunciou nesta sexta-feira (15) que demitirá 1.400 funcionários de suas filiais em Chile, Colômbia, Equador e Peru, como resultado da drástica redução de suas operações devido à pandemia do novo coronavírus.

"Apesar de todos os esforços que temos feito para cuidar dos empregos, nos vemos obrigados a tomar esta difícil decisão. Os impactos da COVID-19 são profundos e é inevitável reduzir o tamanho do grupo LATAM para proteger sua sustentabilidade no médio prazo", disse o diretor-executivo da companhia, Roberto Alvo, em comunicado divulgado pela empresa, que em abril tinha anunciado uma diminuição de 95% de suas operações.

Em abril, a companhia havia anunciado uma redução de 95% em suas operações. Antes do lançamento do comunicado, circulava na mídia local um vídeo corporativo no qual a Alvo anunciava a decisão aos 43.000 trabalhadores da empresa.

Antes da publicação do comunicado, circulou em veículos locais um vídeo corporativo no qual Alvo anunciava a decisão aos 43.000 funcionários da companhia.

"Infelizmente, chegamos à conclusão de que não temos outra opção a não ser começar a diminuir o grupo e isso significa, entre outras coisas, que teremos que deixar algumas pessoas que trabalham conosco", declarou o diretor na gravação.

A companhia aérea, que surgiu da fusão da LAN chilena e da TAM brasileira, voava para 145 destinos em 26 países antes da pandemia e teve presença direta na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru.

Operava aproximadamente 1.400 voos diários, transportando mais de 74 milhões de passageiros por ano.

- Tentar se adaptar a um mundo novo -

A decisão da LATAM faz dela uma das primeiras companhias aéreas a anunciar demissões em massa pela crise drástica que castiga a indústria devido às restrições impostas para evitar a disseminação do novo coronavírus, com um inédito fechamento de fronteiras na maioria dos países.

A Avianca da Colômbia, a segunda maior companhia aérea da América Latina, pediu neste domingo falência nos Estados Unidos para reorganizar sua dívida "devido ao impacto imprevisível da pandemia" em seus negócios.

Segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), as companhias aéreas da América Latina perderão 15 bilhões de dólares em receita este ano, na pior crise da história do setor.

"Somos obrigados a tentar nos adaptar a um mundo novo, o que nunca esperamos e o que nunca quisemos, mas que está diante de nós", acrescentou Alvo na declaração aos funcionários.

O plano de demissões desta sexta-feira se soma ao programa de aposentadoria voluntária, anunciado na semana passada pelo grupo, que prevê a saída de outras 800 pessoas nos seis países em que a empresa opera.

As decisões ocorrem em um momento em que se desconhece quando as fronteiras nos países da América Latina serão reabertas.

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