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Primeira vacina aprovada para abelhas previne infecção bacteriana

Nos Estados Unidos, o Departamento de Agricultura (USDA) concedeu licença de uso para a primeira vacina destinada exclusivamente para abelhas. O imunizante, que ainda não chegou ao mercado, deve proteger os insetos da Cria Pútrida Americana, doença também conhecida como Loque Americana. A condição é causada por uma bactéria e, quando identificada, pode levar ao fim de toda a colmeia.

Provocada pela bactéria Paenibacillus larvae, a doença afeta especialmente as larvas de abelha e não tem cura. Anteriormente, era adotado o uso preventivo de antibióticos nas colmeias, mas a utilização, hoje, é proibida nos EUA. Diante da falta de alternativas de tratamento, é necessário queimar toda a colônia e os instrumentos usados pelos apicultores para conter a ameça.

Segundo especialistas consultados pela BBC, a doença representa uma grave ameça para a atividade comercial dos apicultores, sendo bem-vinda a vacina desenvolvida pela empresa de biotecnologia Dalan Animal Health. Em comunicado, a CEO Annette Kleiser afirmou que a aprovação é um "avanço na proteção das abelhas".

Como é aplicada a vacina em abelhas?

EUA autorizam a primeira vacina que previne infecção bacteriana em abelhas (Imagem: Dmitry Grigoriev/Unsplash)
EUA autorizam a primeira vacina que previne infecção bacteriana em abelhas (Imagem: Dmitry Grigoriev/Unsplash)

A ideia de vacinar abelhas é, no mínimo, curiosa, mas esta forma de imunização não envolve nenhum tipo de seringa ou de agulhas, como ocorre nos seres humanos e em animais. Na verdade, a fórmula é dissolvida no alimento da abelha-rainha, a geleia real, que contém bactérias inativas (“mortas”) do agente causador da doença.

Após se alimentar da vacina, a abelha-rainha passa a gerar novas larvas com imunidade contra a doença Cria Pútrida Americana, o que reduzirá a taxa de mortalidade da colmeia em caso de exposição. Em paralelo, a empresa afirma que "nossos testes não mostram nenhum impacto negativo ao mel" produzido nessas colmeias.

No primeiro momento, a oferta da vacina para abelhas deve ser limitada ao mercado norte-americano, sendo que as primeiras doses devem chegar ainda este ano. Em seguida, a empresa deve expandir o uso do imunizante para outras áreas do globo que também enfrentem a doença de origem bacteriana.

Fonte: Canaltech

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