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Larissa Manoela dá queixa na Polícia Federal após golpe: “Investigação, punição e justiça”

Patrick Monteiro
·2 minuto de leitura
Larissa Manoela fez queixa na Polícia Federal (reprodução / instagram @larissamanoela)
Larissa Manoela fez queixa na Polícia Federal (reprodução / instagram @larissamanoela)

Larissa Manoela foi vítima de um golpe em 2020. A atriz teve seu CPF e nome usados para pedir e sacar o Auxílio Emergencial que foi disponibilizado pelo Governo Federal como assistência aos brasileiros. Ela foi à Polícia Federal prestar uma queixa.

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“Como o crime do qual foi vítima envolve dinheiro público, a atriz entendeu que deveria formalizar a denúncia e fazer o pedido de abertura de inquérito na Polícia Federal”, diz o comunicado emitido pela assessoria de imprensa da atriz.

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A equipe de Larissa Manoela tomou conhecimento do golpe em 30 de dezembro de 2020 e a atriz foi com o advogado Evaristo Martins de Azevedo à Polícia Federal prestar queixa e para formalizar o pedido de investigação. Segundo o texto os autores da fraude, se identificados, podem responder por apropriação indébita, estelionato, falsidade ideológica.

Após instaurada a investigação policial, o advogado da atriz ainda notificou o Ministério da Cidadania, pasta que fez a gestão em parceria com o Ministério da Fazenda, do Auxílio Emergencial. Eles pedem que o nome da atriz seja removido da página e do aplicativo do programa.

Eles também querem que a Cidadania cobre da Caixa Econômica Federal rastreie onde o cadastro haveria sido feito, “quem o fez e onde foi parar o dinheiro do Auxílio”, diz o texto.

“Diante de um fato tão grave, eu não podia simplesmente ficar incomodada e postar meia dúzia de palavras revoltadas nas minhas redes. Não! Além do meu nome ter sido envolvido em um crime, estamos falando de dinheiro público. Alguém que realmente precisava de ajuda, neste momento terrível de pandemia, ficou sem o dinheiro, que foi parar no bolso de alguém que certamente não tinha o direito de recebê-lo. Esse tipo de coisa não pode acontecer mais. E quando acontece, não pode cair o esquecimento. Precisa de investigação, punição e justiça”, conclui Larissa Manoela.