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Landers vê rali de 22% na bolsa com retorno de estrangeiros

Josue Leonel e Vinícius Andrade
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Um dos executivos focados em ações mais conhecidos da América Latina está otimista com a bolsa brasileira diante da expectativa de uma recuperação nos resultados corporativos e de retorno dos investidores estrangeiros.

“Ainda há espaço para o Brasil se recuperar”, disse Will Landers, chefe de ações para a região da BTG Pactual Asset Management, em entrevista na quinta-feira.

Landers, que trabalhou por 17 anos na BlackRock antes de ingressar na gestora do BTG, disse que o Ibovespa pode chegar a 130.000 pontos no ano que vem, um potencial de alta de cerca de 22% em relação aos níveis atuais. Ele gosta de empresas como a Petrobras e varejistas de comércio eletrônico, e reduziu um “underweight” relevante nos bancos do país. Casas como o Credit Suisse sinalizaram que as provisões podem já ter atingido o pico.

“O que os governos fizeram para manter liquidez com pequenos e médios empreendedores têm tido impacto positivo na qualidade das carteiras, enquanto a ameaça das fintechs não está pegando muito os grandes bancos no momento”, disse ele.

Sentimento positivo

As ações brasileiras, que caíram cerca de 8% neste ano, receberam entrada de capital estrangeiro de quase US$ 5 bilhões desde o início do mês em meio ao aumento do apetite por ativos mais arriscados após a eleição nos EUA.

É uma mudança de rumo para os investidores externos, que retiraram uma enorme quantidade de dinheiro do país quando este se tornou um epicentro do coronavírus, forçando o governo a deixar de lado sua agenda de responsabilidade fiscal, o que por sua vez aprofundou a queda da moeda. No acumulado do ano, o número ainda está negativo em mais de US$ 11 bilhões, desconsiderando a entrada via ofertas de ações.

A continuidade dos desenvolvimentos positivos de vacinas e a perspectiva de um dólar mais fraco globalmente podem levar o Brasil a reduzir o desconto em relação aos seus pares emergentes.

De acordo com Landers, alguns de seus clientes mais tradicionais - desde fundos de pensão chilenos a fundos soberanos no Oriente Médio - têm demonstrado interesse crescente pela história do Brasil.

“Foi difícil vender o tema América Latina para investidores estrangeiros, mas isso está começando a mudar”, disse ele.

Leia mais: Fluxo estrangeiro para bolsa ganha força com Biden e vacina

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