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Lançamento da missão ExoMars não deve acontecer antes de 2028

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Em março a Agência Espacial Europeia (ESA) disse que a missão ExoMars estava temporariamente suspensa após a Rússia, até então parceira do projeto, invadir a Ucrânia. Com isso a agência precisa de mais tempo para fazer modificações na missão, que seria lançada neste ano, e agora só deve decolar rumo a Marte a partir de 2028.

Antes da invasão, a ExoMars tinha lançamento programado para setembro deste ano, a bordo do foguete russo Proton. Além do foguete, a Rússia forneceu o sistema de pouso em Marte para o rover Rosalind Franklin, também desenvolvido pela ESA.

A ExoMars seria lançada em setembro deste ano por um foguete russo Proton (Imagem: Reprodução/Roscosmos)
A ExoMars seria lançada em setembro deste ano por um foguete russo Proton (Imagem: Reprodução/Roscosmos)

Mas com o fim da parceria, a ESA precisa encontrar não só um novo veículo de lançar o seu rover, mas também um novo sistema de pouso. Na época da decisão, o diretor-geral da ESA, Josef Aschbacher, acretiva que a missão seria adiada pelo menos até 2026.

No entanto, durante uma reunião do Grupo de Análise do Programa de Exploração de Marte (MEPAG) da NASA, realizada no dia 3 de maio, o cientista da ESA à frente da ExoMars, Jorge Vago, disse duvidar que um novo sistema de pouso esteja pronto até 2026. Com isso, a nova meta realista para um lançamento seria 2028.

Novos desafios para a ExoMars

Se lançado em 2028, o rover realizaria uma viagem relativamente rápida até Marte, mas chegaria cerca de um mês antes da temporada de tempestades de areia. Um caminho alternativo, por outro lado, levaria mais tempo para chegar ao Planeta Vermelho, mas pousaria a missão meses antes das tempestades.

Principais componentes do rover Rosalind Franklin (Imagem: Reprodução/ESA/Mlabspace)
Principais componentes do rover Rosalind Franklin (Imagem: Reprodução/ESA/Mlabspace)

Vago disse que ele e sua equipe devem se concentrar em tornar o rover mais “robusto e capaz de resistir às tempestades de areia”. O cientista acrescentou que a ESA necessitaria de ajuda da NASA, mais especificamente dos motores de descida usados no pouso do Curiosity e Perseverance.

Na Europa não existem modelos de motores desse tipo adequados ao tamanho do ExoMars. Além disso, a ESA precisa de novas unidades de aquecimento de radioisótopos (RHUs), que produzem calor através do decaimento radioativo do plutônio para manter o rover aquecido, especialmente durante a congelante noite marciana.

As RHUs também seriam fornecidas pela Roscosmos. Para Vago, usar as unidades norte-americanas provavelmente exigirá que a missão seja lançada a partir dos EUA, devido a restrições na exportação de material nuclear. ESA e NASA atualmente discutem os detalhes de uma possível cooperação e devem chegar a uma decisão em julho.

Se lançado em 2028, o rover precisará enfrentar a temporada de tempestades de areia de Marte (Imagem: Reprodução/Mars Hope/NYUAD/Atlas of Mars)
Se lançado em 2028, o rover precisará enfrentar a temporada de tempestades de areia de Marte (Imagem: Reprodução/Mars Hope/NYUAD/Atlas of Mars)

Se aprovada, a cooperação entre as agências na ExoMars exigirá a solicitação de um financiamento adicional na próxima reunião ministerial da ESA no fim do ano. O atraso no lançamento também significa que a missão pode ser lançada ao mesmo tempo que a Mars Sample Return (MSR).

A MSR é uma cooperação entre NASA e ESA para enviar duas sondas à Marte com para recolher e trazer à Terra as amostras de solo que o rover Perseverance tem coletado. Um rover seria usado para pegar as amostras, que seriam lançadas ao espaço em um pequeno foguete.

O principal objetivo da ExoMars será procurar sinais de vida no passado distante de Marte . Para isso, o rover Rosalind Franklin usará uma poderosa broca para perfurar até 2 metros de profundidade sob a superfície marciana, onde o solo está protegido da radiação e oxidação do Planeta Vermelho.

Fonte: Canaltech

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