Mercado abrirá em 6 h 58 min
  • BOVESPA

    108.376,35
    -737,80 (-0,68%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.006,11
    +197,55 (+0,44%)
     
  • PETROLEO CRU

    77,51
    -0,99 (-1,26%)
     
  • OURO

    1.631,00
    -5,20 (-0,32%)
     
  • BTC-USD

    18.817,79
    -1.334,85 (-6,62%)
     
  • CMC Crypto 200

    430,40
    -28,74 (-6,26%)
     
  • S&P500

    3.647,29
    -7,75 (-0,21%)
     
  • DOW JONES

    29.134,99
    -125,82 (-0,43%)
     
  • FTSE

    6.984,59
    -36,36 (-0,52%)
     
  • HANG SENG

    17.431,50
    -428,81 (-2,40%)
     
  • NIKKEI

    26.043,61
    -528,26 (-1,99%)
     
  • NASDAQ

    11.246,50
    -87,25 (-0,77%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1400
    -0,0199 (-0,39%)
     

Lagarde, do BCE, defende esforços de previsão macro em meio a guerra e crise energética

Presidente do BCE, Christine Lagarde, discursa durante coletiva de imprensa em Frankfurt, Alemanha

FRANKFURT (Reuters) - A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, defendeu firmemente as previsões econômicas de sua equipe nesta quinta-feira, apontando que alguns fatores importantes, como a pandemia e a invasão da Ucrânia pela Rússia, são quase impossíveis de estimar.

Ela disse que a maioria das instituições e economistas internacionais também cometeu erros de prognósticos porque "é praticamente impossível prever e incluir em seus modelos a Covid-19, a guerra na Ucrânia e a chantagem energética".

"Então, embora eu assuma a culpa porque sou a chefe da instituição --e, sim, cometemos erros de previsão--, esses erros foram cometidos por todos os previsores. Não somos muito diferentes deles", disse ela.

O BCE recebeu críticas no ano passado por suas baixas previsões para a inflação, em particular, que decolou nos últimos meses em meio à crise de energia decorrente da guerra na Ucrânia.

(Reportagem de Francesco Canepa)