Mercado fechado
  • BOVESPA

    117.669,90
    -643,33 (-0,54%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.627,67
    -560,48 (-1,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    59,34
    -0,26 (-0,44%)
     
  • OURO

    1.744,10
    -14,10 (-0,80%)
     
  • BTC-USD

    59.670,98
    +1.175,36 (+2,01%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.235,89
    +8,34 (+0,68%)
     
  • S&P500

    4.128,80
    +31,63 (+0,77%)
     
  • DOW JONES

    33.800,60
    +297,03 (+0,89%)
     
  • FTSE

    6.915,75
    -26,47 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    28.698,80
    -309,27 (-1,07%)
     
  • NIKKEI

    29.768,06
    +59,08 (+0,20%)
     
  • NASDAQ

    13.811,00
    +63,25 (+0,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7625
    +0,1276 (+1,92%)
     

Laboratório chinês Sinovac dobra capacidade de produção de vacinas anticovid

·1 minuto de leitura
A Sinovac afirma que mais de 200 milhões de doses de sua vacina foram enviadas para mais de 20 países no mundo

O laboratório chinês Sinovac anunciou nesta sexta-feira (1º) que dobrou a capacidade de produção de sua vacina contra a covid-19 para 2 bilhões de doses anuais.

A vacina, batizada de CoronaVac, é um dos quatro antídotos aprovados pelo governo chinês. Em estudos realizados no Brasil, o imunizante apresentou eficácia em torno de 50% para prevenir o contágio e 80% para evitar uma intervenção médica.

Em nota, a Sinovac especifica que concluiu uma terceira linha de produção, para que possa produzir 2 bilhões de doses por ano. Cada paciente precisa de duas doses.

A Sinovac esclarece que já forneceu 200 milhões de doses para mais de 20 países, incluindo a China. O grupo afirma ter recebido autorização para comercializar o produto em mais de 30 países.

Na quarta-feira, especialistas da OMS disseram que as vacinas de Sinovac e de seu compatriota Sinopharm são seguras e eficazes contra covid-19, mas são necessários mais dados antes de recomendar seu uso.

“Faltam dados no uso em idosos e pessoas que padecem de outras doenças”, estima o Grupo de Especialistas em Assessoria Estratégica em Imunização (SAGE) da Organização Mundial de Saúde.

bar/mlb/erl/am