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Líderes do JPMorgan veem fim de longo declínio em trading

·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Antes de 2020 ficar marcado como um ano de fortes ganhos para operadores Wall Street, o segmento enfrentava dias difíceis em meio à queda das receitas. Agora que o fluxo de atividade da pandemia diminui, a questão é se a queda de uma década continuará.

A resposta é “não”, diz Daniel Pinto, que supervisiona as enormes operações de Wall Street do JPMorgan Chase.

A receita coletiva com trading do setor provavelmente atingiu seu nadir antes da Covid-19, disse Pinto em entrevista. E, a partir dessas mínimas, é provável que as coisas melhorem nos próximos anos. Ou seja, à parte de 2020.

“Vamos ter, com o tempo, uma carteira cada vez maior”, disse Pinto, copresidente e codiretor de operações do banco. As regulamentações pós-crise e as mudanças na estrutura do mercado, como a eletronificação, que espremeram as margens, estão em vigor em sua maioria, e o sistema está funcionando bem, disse. “A partir daqui, seria de esperar que, à medida que o mundo cresce e os mercados de capitais se expandem, os negócios de trading crescerão.”

Pode ser difícil para acionistas se lembrarem desse otimismo nos próximos meses, à medida que bancos globais enfrentam difíceis comparações com a bonança de 2020. JPMorgan e Goldman Sachs dão largada à temporada de balanços do segundo trimestre na próxima semana. O CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, sinalizou uma possível queda de 38% em relação ao ano anterior, pois ele e executivos do Morgan Stanley e Citigroup buscaram moderar as expectativas nas últimas semanas.

Por quase uma década após a crise financeira, a carteira total das 12 maiores firmas de trading caiu repetidamente. A receita combinada atingiu a mínima de US$ 110 bilhões em 2017 e melhorou pouco nos dois anos seguintes, de acordo com dados da empresa de análise Coalition Greenwich. As razões eram muitas: regras mais rigorosas, a ascensão do trading eletrônico, taxas de juros persistentemente baixas, pressão de novos participantes e o desaparecimento total de alguns produtos pós-crise.

Muitas dessas mudanças já foram absorvidas, e os mercados de capitais estão se expandindo. Pinto e outros executivos disseram que a tendência de crescimento de longo prazo será evidente este ano.

“Se descontarmos o ano passado, que foi um único, este ano deve mostrar um resultado muito forte quando comparado em uma base plurianual”, disse Troy Rohrbaugh, responsável global de mercados do JPMorgan.

As ações vão expandir a carteira do setor mais do que produtos de renda fixa, prevê Rohrbaugh. Os EUA continuam sendo a região que gera o maior crescimento, embora a tendência também seja positiva na Europa, disse. A carteira da China provavelmente aumentará, mas não está claro que fatia dos negócios adicionais irá para empresas estrangeiras.

De modo geral, bancos como o JPMorgan, com maior escala e capacidade de investir em tecnologia, terão uma vantagem, embora empresas menores também se beneficiem, afirmou.

Isso significa que menos operadores estarão por perto para participar dos ganhos?

“O que fazemos vai evoluir”, disse Rohrbaugh. “Certamente, algumas funções irão desaparecer à medida que ganhamos produtividade. Com o desaparecimento de mais empregos tradicionais, novos surgirão.”

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©2021 Bloomberg L.P.

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