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Líder do governo Bolsonaro pede liberação de estradas e fala em eleições de 2026

*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 12.08.2021 O deputado Ricardo Barros (PP-PR) presta depoimento aos senadores da Comissão que investiga os atos do governo durante a Pandemia da Covid-19. O deputado é líder do governo na câmara dos deputados e foi implicado na denúncia de suspeita de corrupção na compra da vacina Covaxin, pelo também deputado Luiz Mirando (PSL-DF). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 12.08.2021 O deputado Ricardo Barros (PP-PR) presta depoimento aos senadores da Comissão que investiga os atos do governo durante a Pandemia da Covid-19. O deputado é líder do governo na câmara dos deputados e foi implicado na denúncia de suspeita de corrupção na compra da vacina Covaxin, pelo também deputado Luiz Mirando (PSL-DF). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após o pronunciamento de Jair Bolsonaro (PL) sobre os atos antidemocráticos contra o resultado das eleições, o líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR), pediu que manifestantes bolsonaristas desbloqueiem as estradas.

"Vamos em frente, liberem a rodovia e vamos seguir a vida, porque daqui a quatro anos teremos eleição de novo", afirmou Barros nesta terça-feira (1º), por meio das redes sociais. Ele se dirigiu aos manifestantes que interditam uma rodovia em Maringá (PR).

Em seu pronunciamento, Bolsonaro não falou diretamente sobre a derrota nas urnas para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) -o que fez com que os manifestantes expressassem a intenção de manter os bloqueios.

"Foi um discurso muito bom, [o presidente] disse o que a gente precisava ouvir. Vamos permanecer", disse Bruno Santos, em um ato na rodovia Castelo Branco (SP).

Em seu pronunciamento, Bolsonaro quebrou um silêncio de 45 horas após o resultado do segundo turno e, apesar de dizer que interromper o direito de ir e vir é uma prática da esquerda que deve ser condenada, afirmou que os protestos são motivados por um sentimento de indignação e injustiça com a eleição na qual foi derrotado.

"Os atuais movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral." O presidente disse que manifestações pacíficas são bem-vindas, mas condenou o cerceamento do direito de ir e vir.

A ex-ministra e senadora eleita, Tereza Cristina (PL-MS), também foi às redes sociais dizer que respeita o direito à manifestação, mas que "a interdição de rodovias prejudica a economia do Brasil".

Após decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes desta terça-feira, as polícias militares dos estados começaram a atuar na desobstrução de rodovias bloqueadas por manifestantes bolsonaristas.

Os bloqueios começaram na madrugada de domingo (30) para segunda (31), em protesto contra a vitória de Lula nas eleições. As interdições já afetam ou ameaçam afetar supermercados, aeroportos, o setor hospitalar postos de combustíveis, além de, claro, as viagens.

A Polícia Federal Rodoviária (PRF) registrou 235 pontos de bloqueios e interdições na manhã desta terça-feira em 20 estados e no Distrito Federal.

A PRF atua desde segunda no caso. Vídeos mostram, no entanto, agentes sendo coniventes com os manifestantes e não atuando para liberar as vias.

Em São Paulo, a Tropa de Choque foi acionada para desbloquear o trânsito nas estradas. Ainda nas redes sociais, também circulam vídeos de bolsonaristas sendo expulsos por outras pessoas.