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Kwai lista 8 tendências nos vídeos curtos para 2022

·6 min de leitura

O Kwai divulgou uma listagem com as principais apostas da plataforma de vídeos curtos para 2022. Segundo a plataforma, o ano passado foi de consolidação da popularidade do segmento de conteúdos com até 1 minuto, o que deve trazer mudanças importantes para influenciadores, criadores e empresas.

A principal rival do TikTok faz uma série de apostas ousadas para este ano, com bastante ênfase em novas formas de se produzir conteúdo. A companhia também acredita que haverá mais uso das lives para vendas de produto e mais envolvimento da comunidade nas temáticas.

Com os vídeos curtos em alta, o Kwai divulgou as expectativas para 2022 (Imagem: Divulgação/Kwai)
Com os vídeos curtos em alta, o Kwai divulgou as expectativas para 2022 (Imagem: Divulgação/Kwai)

Sob a ótica dos criadores, é provável que haja uma otimização no processo de construção de vídeos. Em vez de atualizações frenéticas e constantes, o Kwai acredita que haverá mais "respiros" e uma produção caprichada para engajar a audiência.

Confira as 8 principais tendências identificadas pelo Kwai para criação e compartilhamento de vídeos curtos para 2022:

1. Comércio em lives

O e-commerce já é uma realidade bem forte nas redes sociais, mas o Kwai aposta que as lives passarão a ter enfoque de vendas. A ideia não seria fazer algo passivo estilo Shoptime, mas sim inventar formas criativas de se comercializar — com o apelo de vendedores carismáticos ou figuras consolidadas.

O livestream e-commerce é um formato de bastante sucesso na China, no qual um apresentador mostra os detalhes do produto, utilidades, aplicações reais e tira todas as dúvidas do público. Com essa imersão, a audiência pode ficar mais propensa a comprar um produto, afinal a pessoa conseguiu ver os benefícios bem na frente dos seus olhos.

2. Storytelling

O storytelling é uma estratégia de comunicação muito usada no marketing para vender produtos ou ideias: a partir de um enredo, conta-se uma história que ajuda o público a se identificar com a situação. Em geral, essa técnica apela para a persuasão e faz com que o espectador se coloque no lugar do protagonista, situação na qual gatilhos mentais são ativados para gerar alguma ação.

Todo influenciador digital reconhecido usa o storytelling em algum nível, caso contrário não conseguiriam vender a sua própria imagem para desconhecidos. As empresas já sabem desse poder e, na opinião do Kwai, devem começar a produzir vídeos curtos com essa pegada. Se der certo, você transforma uma ação de vendas tradicional em um caso de sucesso na plataforma.

Quando se fala em termos de engajamento, apelar para o entretenimento pode ser uma excelente ponte para conectar empresas e consumidores. Some a isso o apelo visual e os efeitos das plataformas de vídeos curtos e você tem a "fórmula do sucesso".

3. Personalização das marcas

Avatares estão em alta e assumem uma posição de destaque em estratégias de sucesso na atualidade. A Lu, do Magazine Luiza, é o case de maior sucesso do Brasil, mas outras marcas também já apostam nas figuras humanizadas para se aproximar do público. Dancinhas, curiosidades, desafios ou informações: essas temáticas se encaixam perfeitamente nos vídeos curtos e podem bombar em 2022, segundo o Kwai.

A aposta no fortalecimento dessa estratégia ajuda a criar mais conexão com o consumidor de forma divertida, sem aquele velho padrão de "missão, visão e valores" que muita empresa tenta forçar goela abaixo no consumidor. Formado o vínculo, os avatares criam as bases para confiança e credibilidade como poucos humanos conseguiriam.

4. SEO para vídeos

Quem trabalha com redação para a internet já deve ter ouvido falar no termo Search Engine Optimization (SEO). Com o fortalecimento do formato dos vídeos curtos, esse trabalho de aprimoramento textual para melhorar o engajamento deve ser aplicado também ao formato. O uso de técnicas adequadas pode ajudar no posicionamento do conteúdo nos mecanismos de busca, tanto nas plataformas tradicionais como o Google quanto nas próprias redes sociais.

Saber como empregar palavras-chave, títulos, hashtags e outros detalhes pode parecer bobagem para uns, mas garante o melhor posicionamento frente à concorrência.

5. Envolvimento com a comunidade

Entender a necessidade do cliente vai além de apenas monitorar os comentários: é preciso saber como as pessoas pensam e o que anseiam do seu produto ou serviço. O Kwai acredita que as marcas e os criadores devem focar cada vez mais na criação de conteúdos colaborativos, que envolve a participação de quem está assistindo.

Isso significa que em 2022 o usuário deve se deparar com ainda mais hashtags criativas, desafios, filtros e uso da realidade aumentada. Tirar o protagonismo de si para jogar os holofotes no público gera identificação e incentiva a constante participação das pessoas.

6. Conteúdos em tempo real ou imediatos

Não são apenas as lives que exigem doses improviso dos criadores, muita gente usa as plataformas para mostrar situações inusitadas ou curiosas da sua rotina. Esses conteúdos em geral são gravados de imediato, com pouco ou nenhum preparo, e podem trazer resultados imediatos.

O Kwai aposta que esse estilo, chamado de IRL (In Real Life ou Vida Real, em português), pode explodir em 2022, graças aos aparelhos celulares mais modernos e a maior acessibilidade ao 4G/5G. Isso pode servir tanto para o viés do entretenimento, com pessoas "pegando carona" em atividades do seu cotidiano, como para empresas jornalísticas — com a cobertura ao vivo — e para lançamentos de produtos por marcas.

Como as plataformas de vídeos curtos já oferecem o recurso de transmissões ao vivo, é só questão de tempo até os usuários se identificarem com aquele influenciador que transmite as peculiaridades do Japão ou que foi esquiar na Suíça.

7. Slow content

O volume de conteúdo diário torna a rotina de acompanhar seus perfis favoritos uma missão quase impossível. O slow content é uma teoria que prevê essa desaceleração para tornar os processos de produção mais orgânicos, fluidos e criativos. Isso não significa que as pessoas vão produzir menos, mas, sim, que devem priorizar a qualidade em prol da quantidade.

Um influenciador digital não pode produzir seus vídeos na base da pressão, com metas de quantidade diárias ou necessidade de viralização. Para 2022, o Kwai acredita que os profissionais que lidam com o segmento passarão a respeitar mais o "tempo do criador", com mais flexibilidade e originalidade, em vez de sair com a produção ativada no piloto automático.

8. Uso de trilhas sonoras e efeitos

Não é a toa que as dancinhas sejam tão populares em vídeos curtos, porque elas usam trilhas sonoras que grudam na cabeça. Quando elas são associadas às ferramentas e efeitos das plataformas, o resultado pode ser ainda mais atraente para a audiência. Os vídeos de até um minuto devem ter ainda mais edições para 2022, por isso o Kwai e rivais devem investir em novidades recorrentes ao longo.

O público só espera que a moda dos vídeos com leitura de robôs tenha ficado em 2021, porque ninguém merece isso no ano novo, certo?

Fonte: Canaltech

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