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Kuroda diz que práticas trabalhistas do Japão mantêm pressões salariais sob controle

·1 minuto de leitura

Por Leika Kihara

TÓQUIO (Reuters) - As empresas japonesas não têm necessidade urgente de aumentar os salários porque elas mantiveram os empregos durante a crise econômica da pandemia no ano passado e, portanto, não precisam preencher as vagas de emprego tão rapidamente quanto as empresas norte-americanas, disse o presidente do banco central do Japão, Haruhiko Kuroda.

O aumento na demanda desencadeado pela reabertura da economia dos Estados Unidos e as dispensas de empresas norte-americanas para lidar com o impacto inicial da pandemia têm causado recentemente sérios gargalos e escassez de mão de obra no país, disse Kuroda nesta quarta-feira.

Isso fez com que as empresas norte-americanas aumentassem os salários para garantir pessoal e elevassem os preços de bens e serviços para conter o excesso de demanda.

"Em contraste, a demanda no Japão não se recuperou tão rapidamente quanto nos EUA", disse Kuroda em uma reunião online da Conferência Empresarial Japão-EUA.

As empresas japonesas permaneceram com seu costume de manter os empregos e, em vez de dispensar, manter os salários baixos para enfrentar a crise gerada pela pandemia.

Como resultado, as restrições do lado da oferta no Japão não foram tão severas quanto nos EUA, razão pela qual não houve "necessidade urgente" de as empresas aumentarem os salários e os preços, disse ele.

(Por Leika Kihara)

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