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Kristen Stewart diz que foi "perseguida" para assumir a sua sexualidade

Rafael Monteiro
·2 minutos de leitura
Kristen Stewart attends the special screening of "Underwater " at the Alamo Drafthouse Cinema on Tuesday, Jan. 7, 2020, in Los Angeles. (Photo by Mark Von Holden/Invision/AP)
Kristen Stewart (Photo by Mark Von Holden/Invision/AP)

Kristen Stewart falou sobre a sua orientação sexual em entrevista à revista norte-americana In Style. Prestes a viver uma personagem lésbica no filme ‘Happiest Season’, a atriz deu o exemplo da sua própria vida para explicar como a ideia de receber um “rótulo de orientação sexual” pode ser um fardo na vida de uma pessoa.

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"A primeira vez que namorei uma garota, imediatamente me perguntaram se eu era lésbica. E eu, tipo: “Eu tenho 21 anos.” Sinto talvez houve coisas que magoaram as pessoas com quem estive", disse ela. "Não porque eu tivesse vergonha de ser abertamente gay, mas porque não gostava de me entregar ao público, de certa forma. Parecia um roubo. Este foi um período em que eu era meio cautelosa.

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Sobre cautela, Kristen contou na entrevista que sempre foi muito discreta em seus relacionamentos - como o namoro de três anos com Robert Pattinson. “Mesmo em meus relacionamentos anteriores, que eram heterossexuais, fazíamos tudo o que podíamos para não sermos fotografados fazendo coisas, coisas que se tornariam não nossas", falou. Até por isso ela teve dificuldade para se ver como uma símbolo LGBTQIA+.

"Então acho que a pressão adicional de representar um grupo de pessoas, de representar pessoas queer, não foi algo que entendi na época. Só agora posso ver. Retrospectivamente, posso dizer que tenho experiência com essa história. Mas naquela época eu diria: “Não, estou bem. Meus pais estão bem com isso. Está tudo bem.” Isso é mentira. É difícil. É estranho. É assim para todos”, falou.

“Era perseguida por me rotular. Não tive nenhuma reticência em mostrar quem era. Eu saía todos os dias sabendo que seria fotografada enquanto estivesse sendo carinhosa com minha namorada, mas não queria falar sobre isso", relembra. Hoje em dia, ela gosta de ser rotulada como uma "pessoa queer" pela questão da representatividade. "Agora eu gosto disso. Adoro a ideia de que qualquer coisa que faço com facilidade ajuda alguém que está sofrendo”, finalizou.

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