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Kodak 'ressurge' com contrato milionário para produzir remédios

Marcus Couto
·2 minuto de leitura
Kodak: de câmeras a ingredientes de remédios. (Foto: Ramon Costa/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
Kodak: de câmeras a ingredientes de remédios. (Foto: Ramon Costa/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

Lembra da Kodak? A empresa que dominou o setor de fotografia antes de ser consumida pela própria invenção, a câmera digital, e entrar com pedido de falência na justiça americana em 2012? Pois ela acaba de protagonizar um espetacular retorno, com a conquista de um contrato milionário do governo dos Estados Unidos.

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As ações da empresa dispararam 200%, uma alta recorde de 30 meses, segundo o site Business Insider, depois do anúncio de que ela será contratada para produzir componentes de remédios – algo distante do seu negócio usual, mas que pode garantir um novo futuro para a problemática companhia.

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O contrato renderá um aporte de US$ 765 milhões do governo dos Estados Unidos na Kodak, para que a empresa produza ingredientes de remédios que estejam em “falta crônica”, segundo o FDA, órgão dos Estados Unidos responsável pela aprovação e gerenciamento de drogas e alimentos.

A pandemia do coronavírus, que atinge especialmente os Estados Unidos, tem pressionado a demanda por medicamentos e suprimentos médicos no país. Por isso a entrada da Kodak nesse ramo é vista como estratégica. O presidente Donald Trump classificou o episódio como um dos mais importantes da história da indústria farmacêutica americana.

Segundo o chefe executivo da Kodak, Jim Continenza, em entrevista ao jornal The Wall Street Journal, a divisão farmacêutica da Kodak pode corresponder a até 40% dos negócios da empresa no futuro, o que representaria uma virada extraordinária para a empresa.

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