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Kering e desaceleração de casos de coronavírus na China elevam ações europeias a novas máximas

Por Susan Mathew

Por Susan Mathew

(Reuters) - Um rali nas ações de luxo liderado pela proprietária da Gucci, Kering, e o otimismo em relação à redução de novos casos de coronavírus na China levaram o índice de ações europeias e o índice de referência alemão a novas máximas nesta quarta-feira.

A Kering subiu 6,3% depois de reportar resultados trimestrais melhores que o esperado. A empresa manteve-se otimista sobre suas perspectivas de longo prazo, apesar de dizer que está interrompendo os gastos na China devido aos temores sobre o vírus.

Isso elevou outras ações de luxo, como LVMH, Christian Dior, Hugo Boss e Burberry, entre 1% e 3%.

Os preços mais fortes do minério de ferro e dos metais básicos elevaram as commodities e as ações de automóveis, sensíveis à China, depois que o país divulgou seu menor número de novos casos de coronavírus em duas semanas, reforçando a previsão do assessor médico sênior de Pequim de que o surto terminará em abril.

O índice FTSEurofirst 300 subiu 0,6%, a 1.683 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 0,63%, a 431 pontos, na segunda sessão seguida de ganhos. O índice alemão DAX ganhou 0,9%.

Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,47%, a 7.534 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,89%, a 13.749 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,83%, a 6.104 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,70%, a 24.861 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,58%, a 9.940 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,46%, a 5.314 pontos.