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Kaseya volta a adiar reinício de servidores

·1 minuto de leitura
(Arquivo) O ataque afetou cerca de 1,5 mil empresas

A empresa americana Kaseya, vítima de um ataque cibernético que paralisou empresas de todo o mundo, adiou o reinício de seus servidores para domingo, a fim de reforçar suas defesas contra novas ameaças.

O reinício das máquinas estava programado para a última segunda-feira, mas foi adiado várias vezes. O diretor executivo da empresa, Fred Voccola, pediu desculpas aos clientes em um vídeo publicado ontem. "Não quero que ninguém ache que não estamos levando isso a sério", assinalou.

Após o ataque, do tipo ransomware, a Kaseya conseguiu bloquear as vulnerabilidades encontradas, mas optou por levar mais tempo até colocar em prática as medidas adicionais de proteção, explicou Voccola, acrescentando que a empresa irá aplicar um modelo de ajuda financeira colocado em prática durante a pandemia, desta vez destinado a ajudar empresas afetadas por ataques cibernéticos.

"Iremos proporcionar ajuda financeira direta às pequenas e médias empresas que foram paralisadas" pelos ataques, informou Voccola. "Injetar dinheiro em um problema nem sempre o resolve, mas é melhor do que não injetar. Estamos fazendo o que podemos."

O ataque sem precedentes que levou a Kaseya a fechar seu sistema baseado na nuvem no último dia 2 afetou cerca de 1,5 mil empresas, e os hackers pediram um resgate de 70 milhões de dólares. Embora a empresa seja pouco conhecida do grande público, analistas afirmam que a mesma foi um alvo importante, já que seu software é usado por milhares de outras empresas.

A Kaseya presta serviços de informática a cerca de 40 mil empresas em todo o mundo, algumas das quais são responsáveis por gerenciar sistemas de informática de outras companhias. O ataque afetou os usuários de seu software VSA, usado para gerenciar redes de computadores e impressoras.

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