Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.348,80
    -3.132,20 (-2,54%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.892,28
    -178,62 (-0,39%)
     
  • PETROLEO CRU

    51,97
    -0,39 (-0,74%)
     
  • OURO

    1.820,40
    -9,50 (-0,52%)
     
  • BTC-USD

    35.702,93
    -231,23 (-0,64%)
     
  • CMC Crypto 200

    695,84
    -39,30 (-5,35%)
     
  • S&P500

    3.768,25
    -27,29 (-0,72%)
     
  • DOW JONES

    30.814,26
    -177,24 (-0,57%)
     
  • FTSE

    6.735,71
    -66,25 (-0,97%)
     
  • HANG SENG

    28.573,86
    0,00 (0,00%)
     
  • NIKKEI

    28.297,50
    -221,68 (-0,78%)
     
  • NASDAQ

    12.763,25
    -39,00 (-0,30%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3840
    -0,0086 (-0,13%)
     

Justiça determina que criança adotada em 2014 seja devolvida à avó

Colaboradores Yahoo Notícias
·2 minuto de leitura
Sede do Tribunal de Justiça de Minas Gerais

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) determinou que uma criança de 8 anos, adotada em 2014, seja devolvida à avó paterna. A família adotiva recorreu da decisão em segunda instância, e o caso será julgado em 11 de fevereiro de 2021.

A defesa da dos pais adotivos disse que várias denúncias foram feitas contra a família biológica, o que motivou a ida da criança para o acolhimento. O genitor da garota chegou a ser condenado pelo homicídio do próprio pai.

Leia também

“Eram no sentido de negligência, maus tratos, mãe usava drogas ilícitas e álcool. A criança não era bem alimentada, condição precária de higiene. A mãe a expunha a homens aos quais ela se relacionava. Deixava a criança sozinha com eles. A avó chegou a dizer, na época, que era até melhor ela ser adotada porque não estava bem cuidada”, afirmou a advogada Larissa Jardim ao portal G1.

A avó paterna da menina tem 62 anos e mora sozinha em uma cidade na região central de Minas Gerais. Ela propôs a ação de guarda em 2015. “Estou morrendo de saudade, ela é tudo o que tenho. Minha única neta. Quero ela aqui em casa, no quartinho que já está pronto esperando ela chegar. Enquanto eu não conseguir, não terei sossego”, contou a idosa.

“Essa adoção foi de um jeito estranho, nunca nem vi esse casal, nunca me deixaram ver a menina, perdi contato completamente. Desde o início eu procuro meus direitos para ter minha neta de volta”, prosseguiu a avó.

O pai da menina está em liberdade e, segundo a aposentada, ele mora em outra casa e, não teria condições de cuidar da filha: “Ele falou para o advogado que passa a guarda pra mim sem problemas”. A avó não deu detalhes sobre a mãe da criança. Disse apenas quem ela “sumiu”.