Mercado fechado
  • BOVESPA

    101.259,75
    -657,98 (-0,65%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    38.707,72
    +55,53 (+0,14%)
     
  • PETROLEO CRU

    39,78
    -0,86 (-2,12%)
     
  • OURO

    1.903,40
    -1,20 (-0,06%)
     
  • BTC-USD

    12.946,82
    +50,23 (+0,39%)
     
  • CMC Crypto 200

    260,05
    -1,40 (-0,54%)
     
  • S&P500

    3.465,39
    +11,90 (+0,34%)
     
  • DOW JONES

    28.335,57
    -28,09 (-0,10%)
     
  • FTSE

    5.860,28
    +74,63 (+1,29%)
     
  • HANG SENG

    24.918,78
    +132,65 (+0,54%)
     
  • NIKKEI

    23.516,59
    +42,32 (+0,18%)
     
  • NASDAQ

    11.669,25
    +19,50 (+0,17%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6639
    +0,0538 (+0,81%)
     

Justiça de Goiás arquiva processo contra padre Robson por lavagem de dinheiro

·1 minuto de leitura
Padre Robson foi considerado inocente por unanimidade (Foto: Reprodução)
Padre Robson foi considerado inocente por unanimidade (Foto: Reprodução)

O Tribunal de Justiça de Goiás arquivou a investigação contra o padre Robson de Oliveira, acusado de lavagem de dinheiro. A decisão foi tomada de forma unânime na última terça-feira, 6. Investigações do Ministério Público do estado indicavam que o pároco movimentos R$ 2 bilhões em 10 anos. O Vaticano sabia das acusações contra o Padre Robson.

Ao Correio Braziliense, a defesa do padre confirmou o arquivamento da ação do MP-GO. "Com isso, fica reconhecido que não houve a qualquer ilicitude praticada pelo religioso, que sempre se dispôs a esclarecer toda e qualquer dúvida sobre a sua atuação na Afipe (Associação Filhos do Pai Eterno) ou em qualquer outro âmbito de evangelização", declarou Pedro Paulo de Medeiros.

Outro advogado do padre Robson, Cléber Lopes, afirmou que a decisão confirma que a associação presidida pelo pároco é de natureza privada e que não houve desvio de dinheiro.

Leia também

A justificativa do desembargador Nicomendes Domingos Borges é de que as provas do Ministério Públicos eram insuficientes para afirmar que houve desvio de dinheiro.

A Operação Vendilhões, do Ministério Público de Goiás, apontou que a Associação presidida pelo padre recebia doações que chegavam a R$ 20 milhões por mês. Segundo a investigação, parte do dinheiro estava sendo usado para comprar fazendas e uma casa na praia.