Mercado abrirá em 2 horas 1 minuto
  • BOVESPA

    108.651,05
    +248,77 (+0,23%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.241,81
    -113,05 (-0,24%)
     
  • PETROLEO CRU

    89,33
    -1,17 (-1,29%)
     
  • OURO

    1.806,90
    -5,40 (-0,30%)
     
  • BTC-USD

    23.057,73
    -349,50 (-1,49%)
     
  • CMC Crypto 200

    536,03
    -21,32 (-3,83%)
     
  • S&P500

    4.122,47
    -17,59 (-0,42%)
     
  • DOW JONES

    32.774,41
    -58,13 (-0,18%)
     
  • FTSE

    7.494,22
    +6,07 (+0,08%)
     
  • HANG SENG

    19.610,84
    -392,60 (-1,96%)
     
  • NIKKEI

    27.819,33
    -180,63 (-0,65%)
     
  • NASDAQ

    13.052,00
    +20,50 (+0,16%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2626
    +0,0299 (+0,57%)
     

Justiça anula ação ganha por trabalhadora após dancinha de TikTok

A trabalhadora gravou o vídeo para o TikTok após vencer um processo (Getty Image)
A trabalhadora gravou o vídeo para o TikTok após vencer um processo (Getty Image)
  • Ex-vendedora tinha ganhado uma causa na Justiça do Trabalho;

  • O juiz anulou a decisão após postagem em rede social;

  • Acusação e testemunhas ainda terão que pagar uma indenização.

Ganhou uma ação judicial? É melhor tomar cuidado na hora de comemorar. A 8ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região, em São Paulo, anulou uma sentença favorável a uma trabalhadora após um vídeo postado no TikTok depois de uma audiência.

Depois de ver as "dancinhas" da ex-funcionária de uma joalheria, o juiz anulou as provas que haviam dado ganho de causa à acusação. No processo, a vendedora pedia o reconhecimento de vínculo empregatício anterior ao período que consta na carteira de trabalho. Ela ainda pediu uma indenização por dano moral pela omissão do registro e por tratamento humilhante no ambiente de trabalho.

Ao vencer durante o processo, a trabalhadora e as duas testemunhas publicaram na rede social um vídeo em que comemoravam a sentença. A postagem tinha como título “Eu e minhas amigas indo processar a empresa tóxica”.

O TRT alegou que as três mostravam que tinham uma amizade íntima na gravação, sendo que essa informação foi omitida na audiência. O juízo ainda considerou a postagem desrespeitosa.

"Em sentença, concluiu-se também que a profissional e as testemunhas utilizaram de forma indevida o processo e a Justiça do Trabalho, tratando a instituição como pano de fundo para postagens inadequadas e publicação de dancinha em rede social", explicou o TRT.

Além da anulação, a trabalhadora ainda foi condenada por "litigância de má-fé" junto com as testemunhas. Elas terão que pagar o equivalente a 2% sobre o valor atribuído à causa em favor da empresa.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos