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Justiça do Rio afasta Flordelis do cargo de deputada federal

·2 minuto de leitura

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Justiça do Rio de Janeiro determinou nesta terça-feira o afastamento da deputada federal Flordelis dos Santos de Souza (PSD-RJ) do cargo público por suspeita de envolvimento na morte do marido dela, o pastor Anderson do Carmo.

Os desembargadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio decidiram por unanimidade pela suspensão do exercício das funções públicas da deputada Flordelis na Câmara dos Deputados. A decisão será comunicada à Câmara em até 24 horas.

“Estou votando... para determinar a suspensão do exercício de qualquer função pública da recorrida, inclusive, a parlamentar até o exaurimento completo do julgamento final, pelo prazo máximo de um ano, remetendo-se a presente decisão, em 24 horas, à colenda Câmara dos Deputados”, disse o desembargador Celso Ferreira Filho.

“Inicialmente é de se assinalar ser irrefutável que a condição de parlamentar federal que ostenta, no momento, a ora recorrida, lhe proporciona uma situação vantajosa em relação aos demais corréus da ação penal originária. Tanto assim, que não foi ela levada ao cárcere. Inquestionável, também, que o poder político, administrativo e econômico da ora recorrida lhe assegura a utilização dos mais diversos meios, a fim de fazer prevalecer a sua tese defensiva”, completou o desembargador.

A parlamentar é acusada de ser mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, com mais de 30 tiros dentro de casa em 2019. Segundo a polícia do Rio, não há dúvidas de que ela foi a mentora do crime. A deputada, que tem prerrogativa de foro, já tinha sido obrigada a usar tornozeleira eletrônica e cumprir medidas cautelares.

Dois filhos da parlamentar estão presos por participação no crime e vão a júri popular. Outros cinco filhos, uma neta e outros suspeitos também estão presos acusados de ligação com o assassinato.

Flordelis é alvo ainda de uma investigação no Conselho de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar.

Procurada, a defesa da deputada não se manifestou de imediato.

(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)