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Justiça francesa encerra investigação contra cientista político acusado de incesto

·1 minuto de leitura
Cientista político Olivier Duhamel, em 19 de maio de 2016, em Paris

O Ministério Público de Paris anunciou, nesta segunda-feira (14), que encerrou a investigação contra o cientista político francês Olivier Duhamel, que reconheceu ter agredido sexualmente o enteado quando ele era menor, na década de 1980, já que os fatos em questão prescreveram.

Cinco meses depois da abertura de uma investigação por "violações e agressões sexuais cometidas por pessoa com autoridade sobre um menor de 15 anos", "o Ministério Público de Paris procedeu ao arquivamento do procedimento, devido à prescrição da ação pública", escreveu o procurador Remy Heitz em um comunicado.

"Este motivo de arquivamento é levado em conta, quando os fatos revelados, ou denunciados, no procedimento constituem uma infração que teria dado lugar a ações judiciais por parte do Ministério Público, se o prazo estabelecido por lei não tivesse sido superado", explicou.

Com estes termos, o procurador dá a entender que os fatos são considerados suficientemente estabelecidos pelos investigadores.

Duhamel, de 71 anos, uma importante figura da cena intelectual parisiense e ex-eurodeputado, declarou-se suspeito em 13 de abril perante a brigada de proteção a menores e reconheceu, "com dificuldade", os atos de incesto, de acordo com uma fonte próxima à investigação.

O caso Duhamel provocou na França uma reação similar à ocorrida com o #metoo, com depoimentos de vítimas de incesto inundando as redes sociais.

As acusações contra ele vieram à tona em um livro, escrito por seu enteado, Camille Kouchner. Na obra, ela o acusa de ter abusado sexualmente de seu irmão gêmeo quando ambos eram adolescentes.

Hoje com 45 anos e depois de décadas em silêncio, a suposta vítima apresentou uma denúncia contra o padrasto, após a publicação do livro que teve o efeito de uma bomba nos círculos intelectuais parisienses.

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