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Justiça declara inelegibilidade de governador afastado do Tocantins

·1 min de leitura

RIO - A Justiça Eleitoral declarou o governador afastado do Tocantins, Mauro Carlesse (PSL), inelegível. Também sofreram a punição Josi Nunes (PSL) e Gleydson Nato, prefeita e vice-prefeito de Gurupi, que também foram retirados do cargo temporariamente. As informações são do portal G1.

De acordo com a sentença, Carlesse teria utilizado recursos públicos para beneficiar Josi nas eleições municipais de 2020. A decisão é do juiz da 2ª Zona Eleitoral, Nilson Afonso.

O magistrado entendeu que foram Carlesse abusou de poder político mediante utilização de bens e servidores públicos, uso de veículos oficiais, pagamento de sites de notícias e distribuição de cestas básicas sem critérios objetivos e em ano eleitoral.

O advogado que representa os políticos no processo afirmou que vai recorrer da decisão.

A decisão é baseada em uma denúncia formalizada de Gutierrez Torquato (PSB) e de Eduardo Fortes, candidatos a prefeito e vice derrotados em Gurupi.

A sentença afirma que a inelegibilidade deve valer por oito anos, a partir da campanha eleitoral de 2020. O juiz diz ainda que "a presente decisão deverá ser cumprida somente após o trânsito em julgado".

Mauro Carlesse foi afastado em outubro do governo estadual pelo prazo de seis meses pelo Superior Tribunal de Justiça. Ele está sendo investigado por um suposto esquema de propina e também por intervenção política em investigações policiais. Ele falou sobre estas acusações dois dias após o afastamento e negou ter cometido qualquer irregularidade.

Atualmente, o comando do Poder Executivo é exercido pelo vice-governador, Wanderlei Barbosa (Sem partido), que rompeu a relação com Carlesse.

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