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Juros mais altos e desaceleração da China são riscos para o crescimento da América Latina e Caribe, diz FMI

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Logo do FMI em sua sede em Washington
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NOVA YORK (Reuters) - A perspectiva de condições financeiras mais restritivas devido à guerra na Europa e de um Federal Reserve mais duro com a inflação, além da preocupação com uma desaceleração do crescimento da China, são riscos importantes enfrentados pela América Latina e o Caribe e exigem ação disse o Fundo Monetário Internacional nesta terça-feira.

Os riscos se somam a uma lista que inclui o aumento da inflação, inclusive para a alimentação, que ameaça provocar distúrbios sociais

"Os custos mais elevados de financiamento doméstico e global podem acelerar as saídas de capital e representar um desafio para a região, dadas as grandes necessidades de financiamento público e externo em alguns países", disse o FMI em um post assinado pelo diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do Fundo, Ilan Goldfajn; pelo diretor-assistente Jorge Roldos e pelo economista sênior da região, Santiago Acosta-Ormaechea.

A invasão da Ucrânia pela Ucrânia está impactando a América Latina através do aumento da inflação, o que prejudica mais os mais pobres, escreveram as autoridades do FMI.

"As autoridades estão reagindo a este desafio apertando a política monetária e implementando medidas para aliviar o golpe sobre os mais vulneráveis e conter os riscos de agitação social", disseram eles.

"Os governos deveriam fornecer apoio direcionado e temporário às famílias de baixa renda e vulneráveis, enquanto permitem que os preços domésticos se ajustem aos preços internacionais", um movimento que, segundo eles, conteria o custo para os governos enquanto revitaliza a produção.

Em um ambiente de aumento das taxas de juros no mundo desenvolvido, o que significa que essas economias poderiam em breve canalizar investimentos que, de outra forma, fluiriam para os mercados emergentes em busca de retornos maiores , a América Latina e o Caribe precisarão assegurar a sustentabilidade das finanças públicas para ajudar a preservar a credibilidade.

O crescimento, entretanto, deverá desacelerar após os grandes aumentos trazidos pela recuperação da atividade observada no ano passado.

"O crescimento está voltando à sua taxa de tendência pré-pandemia à medida que as políticas mudam", disse o FMI, observando que "as exportações e os investimentos estão retomando seu papel como principais motores de crescimento, mas os bancos centrais tiveram que apertar a política monetária para combater um aumento da inflação."

(Reportagem de Rodrigo Campos)

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