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Juros futuros se ajustam em queda firme às vésperas do Copom

Victor Rezende
·2 minuto de leitura

Os juros futuros se ajustaram em queda firme na manhã desta segunda-feira, em um dia de alívio ao longo da curva após uma sexta-feira marcada por um estresse concentrado nos trechos curtos e intermediários. Embora o dia seja de retirada de prêmio de risco, os fatores que motivaram o ajuste na curva na semana passada se mantêm sobre a mesa, com os agentes à espera da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Por volta de 12h50, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 passava de 3,47% no ajuste anterior para 3,42%; a do DI para janeiro de 2023 caía de 4,93% para 4,85%; a do contrato para janeiro de 2025 recuava de 6,62% para 6,60%; e a do DI para janeiro de 2027 cedia de 7,47% para 7,44%. Os números acima do previsto do IPCA-15 de outubro continuam no foco dos agentes, que agora aguardam a decisão do Copom. A expectativa de manutenção do juro básico em 2% é consensual, mas alguns players acreditam em uma modificação do “forward guidance” e retirada da possibilidade de cortes adicionais na Selic. No Boletim Focus de hoje, o ponto médio das estimativas do mercado para a taxa básica de juros no fim de 2021 migrou de 2,5% para 2,75%. Depois de o IPCA-15 ter impulsionado a abertura da curva de juros nos vencimentos mais curtos e intermediários, a segunda-feira é marcada por uma retirada de prêmio de risco. Os fatores que motivaram a abertura da curva de juros brasileira na semana passada, porém, continuam sobre a mesa. Além da inflação, os volumes de títulos públicos leiloados semanalmente pelo Tesouro Nacional se mantêm em níveis elevados. Como notam os estrategistas de renda fixa do Bradesco BBI em nota enviada a clientes, o lote maior de NTN-Fs ofertado na semana passada pressionou os vencimentos mais longos da curva e “indicou que o governo pode aceitar pagar taxas mais altas para financiar os vencimentos dos próximos meses”.