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Juros e dólar em alta enfraquecem Bolsa em dia volátil

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O mercado de ações brasileiro sustentou ligeira alta nesta segunda-feira (18) em dia de ganhos robustos das exportadoras de commodities. Outros segmentos da Bolsa de Valores, porém, foram prejudicados pelo ambiente de aversão ao risco diante dos efeitos da inflação mundial.

Como resultado da volatilidade provocada por investidores tentando calibrar a mira entre oportunidades e perigos da crise, dólar e juros também fecharam o dia em alta.

O índice Ibovespa subiu 0,38%, a 96.916 pontos. Pela manhã, antes de perder fôlego, o indicador de referência da Bolsa chegou a avançar 1,8%. O dólar comercial subiu 0,37% na venda, cotado a R$ 5,4250.

No mercado internacional de petróleo, o barril do Brent escalava 4,55% no início da noite, cotado a US$ 105,49 (R$ 567,60). Na sexta (15), a commodity já tinha subido 2,08%.

Com isso, a matéria-prima se afastava das baixas da última semana, quando chegou a afundar à casa dos US$ 95, sua menor cotação durante um dia de negociações desde o início da Guerra da Ucrânia, em fevereiro.

As ações do setor de commodities puxaram a Bolsa para o alto, com destaque para a presença de duas petrolíferas entre as mais negociadas. A Petrobras subiu 2,29%. A PetroRio disparou 6,71%.

A abertura favorável aos mercados mundiais de ações chegou a sinalizar certo alívio de investidores a pouco mais de uma semana de uma nova rodada de forte alta dos juros nos Estados Unidos.

À tarde, porém, o mercado americano virou para o negativo conforme investidores pesavam resultados da temporada de balanços trimestrais.

O índice de referência da Bolsa de Nova York, o S&P 500, caiu 0,84%.

Após a mudança no humor dos estrangeiros, o setor de varejo do mercado brasileiro apagou ganhos matinais e papéis que chegaram a disparar nas primeiras horas voltaram para o fundo no final do pregão. Exemplificando essa oscilação, as ações da Magazine Luiza saltaram mais de 10% na largada do pregão, mas encerraram o dia em queda de 0,36%.

"Empresas do varejo abriram bem fortes no dia, mas viraram o movimento por conta do mercado de juros avançando", comentou Leandro Petrokas, sócio da empresa de tecnologia financeira Quantzed.

Contratos futuros de juros com vencimento em 2024, medidos pela negociação da taxa DI (Depósitos Interbancários) entre instituições financeiras, escalaram a 13,99% ao ano, com alta de 0,24 ponto percentual em relação a sexta-feira (15).

"Essa alta na curva de juros fez com que mercado vendesse ações sensíveis de consumo que vinham subindo forte nos últimos dias. O dólar estressou também e os juros subiram", disse Petrokas.

A volatilidade global está relacionada a temores de que a inflação provoque forte alta dos juros nos Estados Unidos.

Em nota, a Nova Futura Investimentos destacou que uma notícia do Wall Street Journal sugerindo que o Fed (Federal Reserve, o banco central americano) elevará os juros em 0,75 ponto percentual, em 27 de julho, reduziu os receios com uma postura superagressiva na política monetária do país.

Isso "abriu espaço para um rali de alívio em um mercado muito castigado nas últimas semanas", comentou o economista-chefe da Nova Futura, Nicolas Borsoi.

Parte do mercado passou a temer na semana passada uma alta de um ponto percentual após a inflação recorde registrada no país.

Na semana passada, a inflação recorde nos Estados Unidos aumentou a expectativa de que o Fed (Federal Reserve, o banco central americano) promoverá uma alta de juros ainda mais agressiva do que a esperada.

O aperto ao crédito tem o objetivo de frear a alta de preços na principal economia do planeta, mas o efeito colateral poderá ser uma recessão mundial. É uma percepção que provoca desvalorização generalizada das ações de empresas e depreciação das matérias-primas.

No encerramento desta semana ainda haverá a decisão do Banco Central Europeu sobre sua política monetária e a expectativa é de elevação dos juros na região.

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