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Juiz indefere pedido de falência da organização pró-armas NRA nos EUA

·2 minuto de leitura
O líder da NRA Wayne LaPierre em foto tirada em Indianápolis, Indiana, em 26 de abril de 2019

Um juiz americano indeferiu nesta terça-feira (11) o pedido de falência da Associação Nacional do Rifle (NRA) ao considerar que o influente grupo de pressão defensor das armas apresentou o mesmo para evitar uma investigação por corrupção em Nova York.

"A Corte determina que a NRA não apresentou a solicitação de falência de boa fé porque não obedeceu a um propósito previsto ou sancionado pela lei de falências", escreveu o juiz Harlin Hale.

O veredicto representa uma vitória para a investigação nova-iorquina, que tenta dissolver a poderosa organização conservadora. Também foi um duro golpe para a NRA, que há décadas apoia financeiramente candidatos que favorecem o porte livre de armas.

"Embora estejamos decepcionados com alguns aspectos da decisão, não há nenhuma mudança na direção geral da nossa Associação, seus programas ou sua defesa da Segunda Emenda", que garante o direito constitucional à posse de armas, informou a NRA em um comunicado.

A organização anunciou em janeiro que tinha pedido para se abrigar no Capítulo 11 da lei de falências, que outorga proteção contra os credores.

Também tinha informado na ocasião que estava transferindo sua sede para o Texas para se restaurar como organização sem fins lucrativos naquele estado, "livre do ambiente político tóxico de Nova York".

O estado de Nova York anunciou em agosto uma ação contra a NRA e seu líder, Wayne LaPierre, por fraude financeira e má conduta, com o objetivo de dissolver a organização.

A procuradora-geral do estado, Letitia James, disse que LaPierre e outros três altos funcionários da NRA usaram durante anos as cotas e as doações dos membros como "caixinha pessoal".

Segundo a Procuradoria, gastaram dezenas de milhões de dólares com eles próprios e amigos, violando as leis que regem as organizações sem fins lucrativos.

James, que é do Partido Democrata, negou que a investigação tenha sido motivada politicamente.

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