Mercado abrirá em 1 h
  • BOVESPA

    95.368,76
    -4.236,78 (-4,25%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    37.393,71
    -607,60 (-1,60%)
     
  • PETROLEO CRU

    36,03
    -1,36 (-3,64%)
     
  • OURO

    1.877,80
    -1,40 (-0,07%)
     
  • BTC-USD

    13.093,79
    -69,60 (-0,53%)
     
  • CMC Crypto 200

    259,09
    -13,60 (-4,99%)
     
  • S&P500

    3.271,03
    -119,65 (-3,53%)
     
  • DOW JONES

    26.519,95
    -943,24 (-3,43%)
     
  • FTSE

    5.599,63
    +16,83 (+0,30%)
     
  • HANG SENG

    24.586,60
    -122,20 (-0,49%)
     
  • NIKKEI

    23.331,94
    -86,57 (-0,37%)
     
  • NASDAQ

    11.241,75
    +109,00 (+0,98%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7200
    -0,0144 (-0,21%)
     

Juiz exige depoimento de filho de Trump sobre empresa do presidente

·1 minuto de leitura

Advogados de Eric Trump tentavam adiar o depoimento para depois das eleições de novembro Eric Trump, um dos filhos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e outros funcionários das Organizações Trump serão obrigados a depor em outubro como parte de uma investigação por fraude conduzida pela Procuradoria-Geral de Nova York. O juiz Arthur Engoron determinou nesta quarta-feira que Eric preste depoimento no próximo dia 7. Advogados do filho do presidente tentavam adiar o testemunho para depois das eleições, marcadas para o dia 3 de novembro, para evitar que o episódio fosse usado para fins políticos. Eric Trump Reprodução / Facebook A procuradora-geral de Nova York, Letitia James, disse que a decisão “deixa claro que ninguém está acima da lei, nem mesmo uma organização ou um indivíduo com o nome Trump”. A defesa de Eric não comentou a sentença. James abriu uma investigação para descobrir se a empresa de Trump, hoje gerida por Eric, inflou indevidamente os valores de seus ativos em demonstrações financeiras anuais. No mês passado, a procuradora pediu que funcionários das Organizações Trump prestassem depoimentos como parte do inquérito O caso começou a ser apurado em março de 2019, após Michael Cohen, ex-advogado pessoal de Trump, ter repassado ao Congresso cópias das demonstrações financeiras do presidente e afirmado que os ativos foram inflados para garantir empréstimos e benefícios fiscais.