Mercado fechará em 2 h 12 min
  • BOVESPA

    108.255,43
    -146,84 (-0,14%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.171,66
    -183,20 (-0,39%)
     
  • PETROLEO CRU

    90,54
    -0,22 (-0,24%)
     
  • OURO

    1.811,50
    +6,30 (+0,35%)
     
  • BTC-USD

    23.050,07
    -889,55 (-3,72%)
     
  • CMC Crypto 200

    535,22
    -22,13 (-3,97%)
     
  • S&P500

    4.116,22
    -23,84 (-0,58%)
     
  • DOW JONES

    32.735,79
    -96,75 (-0,29%)
     
  • FTSE

    7.488,15
    +5,78 (+0,08%)
     
  • HANG SENG

    20.003,44
    -42,33 (-0,21%)
     
  • NIKKEI

    27.999,96
    -249,28 (-0,88%)
     
  • NASDAQ

    12.992,00
    -191,25 (-1,45%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2505
    +0,0411 (+0,79%)
     

JPMorgan se junta a bancos que esperam Selic a 14% ou mais

(Bloomberg) -- O JPMorgan se juntou aos bancos que esperam que a taxa básica de juros do Brasil suba para pelo menos 14% este ano com estímulo fiscal e previsões de inflação mais altas na maior economia da América Latina.

Os dirigentes do Banco Central liderados por Roberto Campos Neto devem elevar a Selic em 0,5 ponto percentual em 3 de agosto e, em seguida, deixar a porta aberta para um aumento de 0,25 ponto percentual em setembro, disseram os analistas Cassiana Fernandez e Vinícius Moreira em nota. Eles previam anteriormente que o ciclo de aperto pararia no próximo mês.

“Embora continuemos convencidos de que a economia brasileira deve desacelerar acentuadamente, estamos menos convencidos do momento desse enfraquecimento”, escreveram.

A autoridade monetária dá os toques finais em sua campanha agressiva de aumentos de juros, com apostas dos analistas que uma desaceleração da atividade no final deste ano ajudará a domar a inflação de dois dígitos. Mesmo assim, os indicadores de emprego e os níveis de confiança mostram sinais de melhora. Além disso, as expectativas para os preços ao consumidor em 2023, que é o foco principal do BC, continuam aumentando.

“O momento é importante, principalmente para um banco central em busca de recuperar a credibilidade e controlar as expectativas de inflação de médio prazo que continuam teimosamente em alta, em conjunto com núcleo da inflação alto e a desancoragem fiscal”, disseram os analistas do JPMorgan.

Atrás nas pesquisas de opinião para as eleições de outubro, o presidente Jair Bolsonaro recebeu aprovação do congresso para um programa social de bilhões de reais que inclui mais auxílio aos pobres. Os recentes cortes de impostos sobre combustíveis ajudaram a reduzir os custos de transporte em julho, embora os preços possam aumentar ainda mais.

Em meio à pressão por estímulo fiscal, bancos, incluindo o Credit Suisse, Santander e BNP Paribas, apostam em pelo menos mais uma alta após a próxima reunião mês que vem. Alguns esperam que o ciclo se estenda até outubro. O mercado também aposta em aumentos menores depois de agosto.

More stories like this are available on bloomberg.com

©2022 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos