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JPMorgan sai de private banking no México: Fontes

Michael O'Boyle, Michelle Davis e Cyntia Barrera Diaz
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O JPMorgan Chase decidiu fechar a unidade de private banking no México, segundo pessoas com conhecimento do assunto, em meio à transferência de recursos de clientes ricos de algumas das maiores economias da América Latina para capitais financeiras internacionais.

O maior banco dos EUA assinou um acordo de transferência de clientes locais para o BBVA Mexico, a unidade local do Banco Bilbao Vizcaya Argentaria, disse uma das pessoas. Ainda assim, o banco de Nova York continuará atendendo clientes do México por meio de sua plataforma fora do país, disse uma das pessoas.

A decisão de descontinuar os serviços de gestão de patrimônio na segunda maior economia da América Latina segue um passo semelhante no Brasil em meados do ano passado, quando o JPMorgan fechou a unidade de private banking no país e indicou clientes de alta renda brasileiros ao Banco Bradesco.

Famílias ricas na América Latina têm buscado gestores nas capitais mundiais nos últimos anos, segundo banqueiros de investimento. No México, as políticas do presidente Andrés Manuel López Obrador, que incluíram medidas contra a evasão fiscal, levaram algumas famílias a transferirem mais recursos para o exterior. As contas offshore respondem pela maior parte do negócio de private banking do JPMorgan no México, segundo uma das pessoas.

O JPMorgan continuará a operar no México, como em serviços de banco de investimento, negociação e tesouraria. Um porta-voz do banco não quis comentar.

O JPMorgan é o maior banco de atacado do México entre os gigantes globais sem operações de varejo, segundo dados da agência reguladora do setor CNBV. As outras linhas de negócio do banco têm crescido, disse uma das pessoas. No ano passado, o JPMorgan aumentou o capital em 8 bilhões de pesos (US$ 393 milhões) para 19,5 bilhões de pesos, mostram os dados.

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