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JPMorgan reabre escritórios nos EUA e eleva pressão sobre rivais

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Para o JPMorgan Chase, é mais um passo em direção à normalidade pós-pandemia, mas, para o setor financeiro dos Estados Unidos, serve como um termômetro.

O maior banco do país, que costuma ditar tendências para o mundo financeiro, reabriu escritórios para funcionários nos EUA na segunda-feira. A mudança inclui unidades em Ohio, Texas e Arizona que, ao contrário da sede do banco em Nova York, ficaram pelo menos parcialmente fechadas após os lockdowns da pandemia. Tudo faz parte do plano da empresa para reintegrar toda a força de trabalho nos EUA, pelo menos em esquemas de rodízio, no início de julho.

Nos últimos dias, um número crescente de autoridades estaduais e federais flexibilizou restrições da pandemia e definiu datas para a reabertura de escritórios e negócios nas próximas semanas. Com a pressão sobre empregadores, a reabertura do JPMorgan deve ser observada de perto pelas maiores empresas financeiras que, por sua vez, podem ajustar os planos de acordo com os resultados do rival americano.

Por enquanto, o JPMorgan está na vanguarda dos quatro gigantes do setor financeiro do país, que incluem Bank of America, Citigroup e Wells Fargo. O Bank of America, por exemplo, disse em meados de abril que deve manter a equipe parcial em escritórios até o feriado do Labor Day, no início de setembro. Uma exceção é o Goldman Sachs, com foco em Wall Street, que pretende trazer os funcionários dos EUA de volta até meados de junho.

O JPMorgan, como outras empresas, manteve os escritórios abertos para profissionais essenciais durante a pandemia. No mês passado, o banco anunciou que abriria escritórios nos EUA para todos os funcionários na segunda-feira, com um limite de ocupação. “Você deve começar a tomar todas as providências necessárias para ajudar seu retorno bem-sucedido”, disse o banco em memorando à equipe na época.

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