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JPMorgan aposta em moedas latino-americanas com vitória de Biden

Sydney Maki
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- As moedas latino-americanas devem se valorizar se o democrata Joe Biden vencer as eleições presidenciais dos Estados Unidos no próximo mês, que tende a adotar políticas internacionais mais amigáveis, de acordo com o JPMorgan Chase.

As moedas da região podem se valorizar, em média, entre 5% e 10% nesse cenário, dependendo da precificação do resultado pelos mercados, disse Carlos Carranza, responsável pela estratégia de mercado local da América Latina do banco, com sede em Nova York. Os analistas de câmbio de sua equipe foram classificados como os mais precisos da região em três dos últimos quatro trimestres, segundo dados compilados pela Bloomberg.

Carranza disse que uma vitória de Donald Trump pode levar a uma depreciação automática, embora apenas em uma média de 5%. A reeleição de Trump provavelmente significaria mais tensão no comércio e imigração, disse.

A empresa recomenda posição overweight em moedas latino-americanas, já que Biden lidera as pesquisas contra Trump, aumentando as chances de um governo menos focado no dólar e uma abordagem menos combativa em questões internacionais, disse Carranza.

Vencedores e perdedores

O índice MSCI de moedas de mercados emergentes estava perto do ponto de equilíbrio neste ano, depois de cair para uma mínima de três anos em março, enquanto a pandemia fechava as cidades. As moedas latino-americanas estavam entre as de pior desempenho em uma cesta de 24 de países em desenvolvimento monitorados pela Bloomberg.

O peso mexicano poderia estar entre os maiores beneficiários de uma vitória de Biden, em meio a um posicionamento light e valuations baratos, disse Carranza. O real também poderia ganhar, dadas suas tendências beta, que muitas vezes ajudam a moeda a exagerar movimentos no mundo em desenvolvimento, de acordo com Carranza.

O peso colombiano, enquanto isso, pode ser um perdedor se um governo Biden se concentrar em energia renovável e políticas verdes, o que pesaria sobre exportadores de petróleo.

A moeda do Chile poderia ganhar impulso com a mesma tendência como exportador de cobre, matéria-prima usada em energia renovável solar e eólica. Ainda assim, Carranza espera um referendo afirmativo, o que levaria a um longo processo para reescrever a Constituição, mantendo o risco da moeda.

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