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Jovens funcionários da Goldman Sachs pedem semana de trabalho de 80 horas

·1 minuto de leitura
Richard Gnodde, CEO internacional do Goldman Sachs, em fevereiro de 2020

Um grupo de analistas recém-contratados pelo banco de investimento Goldman Sachs preparou uma apresentação muito formal reclamando das longas horas e estresse em seus cargos e sugerindo que uma semana de trabalho de 80 horas seria mais adequada.

Como se fosse um documento preparado para clientes, a apresentação é composta de onze páginas com figuras e gráficos.

É baseada em uma pesquisa com treze funcionários do primeiro ano, que afirmam ter trabalhado em média 98 horas por semana desde o início de 2021. No documento, eles ressaltam que vão para a cama em média às 3 da manhã.

A sua saúde física e mental diminuiu drasticamente: 77% deles acreditam ter sido "vítimas de assédio profissional".

"Não consigo mais dormir porque meu nível de ansiedade disparou", diz um deles no documento. "Eu sabia que o horário não seria das 9h às 17h, mas não sabia que seria permanentemente das 9h às 5h", reclamou outro.

Para "resolver a situação", sugerem que uma semana de 80 horas deve ser o limite "máximo".

A apresentação começou a circular nas redes sociais na quarta-feira, antes de estar disponível no Twitter na quinta-feira.

O Goldman Sachs não respondeu de imediato a um pedido de resposta feito pela AFP.

jum/dho/esp/dg/mr/bn/mvv